Líder das Farc se propõe a dialogar com novo governo da Colômbia
Redação SRZD | Internacional | 30/07/2010 19h41
O líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Guillermo León Sáenz, conhecido como "Alfonso Cano", afirmou nesta sexta-feira que pretende negociar com o novo presidente colombiano, Juan Manuel Santos, para buscar uma solução pacífica para o conflito interno com o grupo armado. O líder ainda criticou a relação da Colômbia com os Estados Unidos e o acordo militar assinado pelos dois países.
A intenção foi anunciada em um vídeo difundido por um dos órgãos de informação da associação. Apesar da intenção, não afirmaram que não deixarão as armas "até que ponto precisamos de armas para lutar pela democracia". A gravação foi feita em um ambiente de floresta, que não foi identificado.
Veja o vídeo em que Cano declara a disposição para as negociações:
Colômbia acusa Venezuela por fracasso na Unasul
O chanceler colombiano, Jaime Bermúdez, criticou a Venezuela por ter mudado de ideia sobre a declaração de acordo na cúpula da União das Nações Sul-Americanas (Unasul). Bermúdez diz que a decisão havia sido "praticamente pactuada por todos" e incluía "mecanismo de cooperação eficaz e verificação" da presença de grupos armados colombianos em território venezuelano.
O representante do país criticou o chanceler venezuelano Nicolás Maduro, por "fazer consulta, certamente a Caracas, no final isso nos danificou". O documento final, divulgado pelo equatoriano Ricardo Patiño, informava apenas os "pontos em comum". Uma nova reunião, desta vez de chefes de estado, deverá ser realizada após a posse do presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, em 7 de agosto.
Uirapoti o Nacionalista
Membro SRZD desde 01/09/2010
31/07/2010 14:20:28
Na realidade, as FARCS, deveria se tornar um Partido Político, e conquistar Corações e Mentes Colombianos Vias Urnas, e parar com esta guerra tola, em que vidas inocen tes são perdidas, se ganhar expulsar do Solo Pátrio Colombiano, todo pessoal militar norte-americano, como no Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Bolívia, por princípios morais e nacionalista, não são admitidos, nem Bases, e nem tão pouco, militar, norte-americano armado, se não é desarmado no ato, ainda toma um "esculacho" prá deixar de ser "abusado".
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