A Argentina anunciou na última semana sua intenção de banir o uso de lâmpadas incandescente no país. É o primeiro país da América do Sul a assumir o compromisso, que já teve a adesão de dez países em dois anos.
O motivo é a preocupação crescente com uma crise energética mundial e com os efeitos do aquecimento global. Mais uma dúzia de países deve assumir o compromisso nos próximos anos.
A data firmada pela Argentina como limite para o uso das lâmpadas é 2010. O compromisso veio após uma bem-sucedida campanha do Greenpeace no país.
“Um produto do século 19 não tem lugar na sociedade de hoje. Para proteger o clima, precisamos definir rígidos padrões de eficiência”, disse Rosario Espina, da sede argentina do Greenpeace.
No resto do continente, Venezuela e Cuba chegaram a distribuir lâmpadas fluorescentes gratuitamente aos cidadãos, enquanto no Brasil, o custo foi subsidiado, mas ainda não há notícias de uma mudança na legislação.
Segundo o Greenpeace, o mundo precisa reduzir sua taxa de carbono em 80% até 2050 para evitar efeitos mais drásticos das mudanças climáticas. Seus principais alvos na busca por eficiência energética são produtos eletrodomésticos, edifícios, carros e a mudança para fontes de energia renováveis.
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22/09/2010 13h40







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