Faltam poucos momentos para a festa da virada deste ano no Rio de Janeiro, que nesta edição promete ser será diferente. Além de fogos temáticos comemorando os eventos mais importantes de 2007 na cidade – os Jogos Pan-americanos e a eleição do Cristo Redentor como uma das sete maravilhas do mundo – o evento contará com dez palcos e sete pontos de queima de fogos, que este ano terão “bis”. Segundo o secretário especial de Turismo, Rubem Medina, nunca houve um réveillon como este na cidade.
“Vai ser um evento maravilhoso. Nunca se fez um palco igual a esse, com elevador, efeitos e sonorização fantásticas. As balsas já estão se posicionando para uma belíssima queima de fogos na praia. Teremos queima de fogos tridimensionais e, entre as novidades desse ano, teremos o bis na queima de fogos, com uma imagem muito bonita na beira da praia. Mas não é só isso, teremos uma sonorização realmente muito forte e potente, que vai ser a trilha sonora da queima de fogos”, disse o secretário em entrevista a Sidney Rezende, na CBN.
Neste ano, outra novidade é a festa na praia de Ipanema, que começa mais cedo. “Na verdade, o início às 16h em Ipanema é só para esquentar, uma música ambiente”, explicou.
De acordo com Medina, o sucesso do evento está garantido, também no aspecto econômico. “São 600 mil pessoas nos visitando, consumindo, mais de US$ 500 milhões (R$ 890 milhões) são movimentados na nossa cidade por esses turistas. Temos a consciência de que o turismo é a atividade econômica que mais fatura e cresce no mundo”, afirmou, otimista com os números alcançados pela cidade no setor.
“Acho que estamos batendo o recorde neste ano. A Embratur divulgou recentemente um ranking, e continuamos a liderar no Brasil – 35% do turismo brasileiro passa pela cidade do Rio, sem contar outras cidades do estado, o que aumenta para quase 50%. Trinta por cento dos turistas são estrangeiros, e está crescendo, apesar do caos aéreo. Temos quase 100% de ocupação da rede hoteleira”, comemorou o secretário.
Para 2008, Medina espera uma agenda cheia. “Temos, é claro, a perspectiva da Copa do Mundo no Brasil. É uma coisa importante, e temos que começar a preparar a cidade em todos os sentidos para receber um evento desse porte. Isso leva anos, mas a cidade está apta a receber um evento como esse, temos certeza”, concluiu.







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