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China e EUA manifestam posições diferentes sobre Dalai-Lama e Taiwan

Redação SRZD | Internacional | 03/02/2010 12:57

Os governos dos Estados Unidos e da China voltaram a expor suas posições antagônicas a respeito da questão tibetana nesta quarta-feira. Em Washington, o porta-voz da Casa Branca confirmou que o presidente americano, Barack Obama, vai se encontrar com o líder religioso Dalai-Lama ainda este mês.

"O presidente já havia alertado aos líderes chineses durante sua visita no ano passado que se encontraria com o Dalai-Lama e ele realmente pretende fazer isso", explicou o porta-voz Bill Burton. "Esperamos que nossas relações com a China sejam maduras o bastante para que possamos trabalhar em áreas de mútua preocupação, como clima, economia global e não-proliferação e discutir francamente sobre as áreas que discordamos", completou.

O Ministério das Relações Exteriores da China reafirmou seu desagrado com a visita do Dalai-Lama. O governo de Pequim cortou relações militares com os Estados Unidos após o anúncio da intenção americana de vender armamentos à República de Taiwan, considerada província rebelde pela China.

"Nós pedimos ao lado dos Estados Unidos que claramente reconheça a alta sensibilidade do tema Tibete e lide com temas relacionados cuidadosa e apropriadamente, para evitar causar mais danos aos laços sino-americanos", declarou o porta-voz do Ministério, em um comunicado.




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