China reclama de possível encontro entre Dalai Lama e Barack Obama
Redação SRZD | Internacional | 02/02/2010 08:43
A relação entre os Estados Unidos e a China estão tensas nos últimos dias. Nesta sexta-feira, o governo americano comunicou ao Congresso do país sua intenção de vender armas para a República de Taiwan, considerada pela China como uma província rebelde. O governo de Pequim fez críticas ao projeto dos Estados Unidos.
Agora, a nova crítica chinesa se refere a visita que o líder religioso do Tibet, Dalai Lama, fará ao presidente dos EUA, Barack Obama.
Nesta terça-feira, um representante do Partido Comunista da China reclamou do que considera uma interferência dos amercianos nas questões internas chinesas. Segundo Zhu Weiqun, o encontro enre os dois "danificará seriamente as relações" e "será irracional e prejudicial".
A China anexou o Tibet como província na década de 1950. Desde então, o país asiático é acusado de reprimir aspectos da cultura tibetana, como a religião budista. O Dalai Lama vive atualmente no exílio e lidera uma rebelião pacífica contra a ocupação.
















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