Rio 2022
Soares Júnior | Soares Júnior | 28/01/2010 12:14
Brasília não deu certo. É longe de tudo, seco e um convite ao distanciamento das cobranças da população. Aproveitando esses 50 anos da inauguração, deveríamos instituir a cidade como um museu. Avenidas monumentais, prédios imensos. Tudo ali não é para uma escala humana. Homenagearíamos Oscar Niemeyer e Lúcio Costa e voltaríamos para o Rio de Janeiro.
O Rio já vai sediar as Olimpíadas de 2016, a final da Copa do Mundo de 2014. Minha idéia agora é que nos 200 anos da Independência, a capital voltasse para a cidade maravilhosa.
Há inúmeras vantagens no fato da capital voltar para o Rio. Vamos a duas: deputados e senadores não trabalhariam apenas de terça a quinta. Sexta e segunda também seriam dias de trabalho para os políticos.
Outra é que Brasília poderia ser devolvida ao estado de Goiás. Desta forma, pouco adiantaria a influência do Joaquim Roriz. No máximo ele seria um deputado federal. Como são 513, suas "qualidades" se diluiriam. Sem falar no fato que a Câmara Distrital de Brasília, a do Leonardo Prudente, poderia se transformar numa Câmara de Vereadores.
Claro que não me esqueci de falar do Arruda. Uma dúvida que sempre me atormenta é como as pessoas embarcaram na aventura de recuperação pública do ex-senador. Ele violou o painel do Senado, isso por si só já é motivo para a biografia política ficar manchada permanentemente. Deram outra chance, viu no que deu.
A volta à Belacap representaria a reparação de um erro histórico, mas isso fica para a próxima.
P.S. Na maioria das vezes que a arrogância nos faz tropeçar, está por trás o fato de nos levarmos a sério demais. O que é brincadeira deve ser tratado como brincadeira.
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O egoísmo humano e a ganância me surpreendem. Cruzeiros chegando aos paradisíacos hotéis do Haiti me chocam. Como rir e brincar distante 100km de uma cova à céu aberto.

















Quem é a Rita?



