Onda de celular pode combater mal de Alzheimer, diz pesquisa americana

Redação SRZD | Ciência e Saúde | 07/01/2010 10h34

Uma pesquisa científica publicada nesta terça-feira no "Journal of Alzheimer's Disease", nos Estados Unidos, diz que o uso de ondas utilizadas em aparelhos de telefone celular pode prevenir ou até mesmo reverter os sintomas do mal de Alzheimer. O estudo foi feito por pesquisadores da Universidade do Sul da Flórida e utilizou ratos expostos durante até duas horas por radiações eletromagnéticas. Os animais tiveram uma redução no índice de proteína beta-amilóide, cujo acúmulo no organismo provoca a doença. A experiência durou de sete a nove meses.

Segundo Gray Arendah, um dos autores da pesquisa, o resultado foi surpreendente: "Ficamos surpresos ao concluir que a exposição ao telefone celular, iniciada cedo na idade adulta, protege a memória de ratos destinados a desenvolver o mal de Alzheimer".

Com o resultado, os cientistas estudam a possibilidade das vibrações eletromagnéticas serem utilizadas como um método não-invasivo de combate à doença.

"Se conseguirmos determinar os melhores parâmetros de exposição para efetivamente prevenir o depósito e remover as placas de beta-amilóide, essa tecnologia pode se transformar rapidamente em benefício contra o mal de Alzheimer", completou Chuanai Cao, também pesquisador da universidade americana.

Comentários (4)

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Helmtraut Bäringer

14/01/2010 23:45:27

Muitas pessoas sofrendo com o mal de Alzheimer essa doença geralmente da em pessoas mais de 65 anos. Mas no caso irmão esta no estagio 3 já não come mais com sua mão , não caminha mais sozinho, praticamente fica tempo todo deitado por que ele cai do sofa ou cadeira. Ele escorega em poucos minutos se dixar sentado sem amarar. Tenho esperança de achar cura pois ele é novo. tem somente 63 anos não sei porque deu esta doença tão sedo nele, a minh mãe tambem esta com a mesma doença mas ela esta com 90 anos e a minha sogra tambem tem o mal de Alzheimer. Gostaria de saber sealguem tem mais conhecimento para retardar esta doença. Grata pelo desabafo

Denilson

11/01/2010 22:34:38

Sabemos que há milhares de pessoas sofrendo com essa doença e ainda mais aqueles parentes próximos. Todos ansiosos por qualquer esperança para se apegar. Também é o meu caso. Minha mãe está com essa maldita doença e evoluindo muito rápido. Com a velocidade de propagação de informações, certamente o mundo todo (que se interessa pelo assunto) já tomou conhecimento disso. Acredito que já deve haver, em algum lugar, pessoas antecipando a exposição de seus doentes aos aparelhos de telefone celular. Não recrimino, de forma nenhuma, pelo contrário, acho que devem fazê-lo mesmo, afinal de contas, o que se pode perder? No máximo continuar com a frustração e a tristeza de não ter conseguido salvar alguém muito querido. Gostaria de saber se vocês têm informação de alguma experiência com humanos já estar se iniciando. Aguardo respostas. Muito obrigado

jeanete

07/01/2010 13:24:40

A garatoda, em massa, usuária de celular estarão "quase livres" dessa doença?

reginaldo marques da silva

07/01/2010 11:37:36

nossa! Eu queria andar com o celular grudado na cabeça.