Justiça mantém presa mulher de boxeador morto

Redação SRZD | Nacional | 20/07/2009 21h55

Justiça mantém presa mulher de boxeador morto | Foto: Divulgação

O Justiça de Pernambuco negou, em segunda instância, o pedido de habeas corpus de Amanda Carine Barbosa Rodrigues, mulher do boxeador Arturo Gatti, 37, morto no dia 11 de julho. A polícia alega que a mulher é suspeita de homicídio.

Na sexta-feira, 17, a juíza Ildete Veríssimo já havia negado a liberdade, em primeira instância. O mérito do habeas corpus vai ser julgado pela 1ª Câmara Criminal do TJPE, mas não há prazo para o julgamento.

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) informou que o desembargador Fausto Campos indeferiu a liminar do advogado de Amanda, Célio Avelino de Andrade, pedindo a liberdade da cliente por não ter havido o flagrante e não não existir a necessidade da prisão. O desembargador entendeu que não há elementos suficientes para conceder a liberdade provisória à suspeita.

Nesta segunda-feira, o corpo do boxeador foi enterrado no Canadá. Gatti morreu asfixiado em decorrência de enforcamento. Um laudo divulgado pelo IML na sexta-feira apontou que o pugilista pode ter sofrido um acidente, se suicidado ou ter sido assassinado.

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