Réveillon na praia de Copacabana pode ter show do grupo de rock irlandês U2
Redação SRZD | Rio+ | 03/07/2009 10:15
O prefeito Eduardo Paes planeja fazer o primeiro réveillon de sua administração com um show do U2, na praia de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, segundo a coluna Gente Boa do jornal O Globo desta sexta-feira. O grupo que começou a turnê do 360º na semana passada teria brechas na agenda.
Paes conversou com Scott Givens, responsável pelos eventos da Disney, pois pretende fazer uma revolução na virada do ano. O prefeito analisa projetos do americano que tem a ideia de tornar mais dinâmica a comemoração com uma interação entre música e a queima dos fogos de artifício.
Após o espetáculo de fogos da abertura do ano da França no Brasil, em abril, o prefeito fez um convite para que o Groupe F, responsável pelo show pirotécnico da Lagoa Rodrigo de Freitas, fizesse o Réveillon de 2010 em Copacabana como noticiou em primeira mão o SRZD.
O Groupe F, comandado por Christophe Berthonneau, foi o responsável pela comemoração da virada do ano 2000 na Torre Eiffel, a abertura dos Jogos Olímpicos de Atenas e a inauguração da Ópera de Singapura.
Postado por:Caio | 04/07/2009 21:15:52
A queima de fogos, com o esquema de 8 balsas, perdeu o formato, perdeu o charme. Os fogos não fazem mais o formato de ferradura da praia, que ficava bonito. Também não adianta trazer U2 para o próximo réveillon e daqui ha uns anos voltar a colocar aquelas atrações fracas de sempre. É preciso retomar o charme da queima de fogos e garantir que o evento só terá boas atrações daqui pra frente. Façam uma parceria com a Globo para transmitir o show da virada direto de copacabana! Seria perfeito.

Postado por:Leonardo Guedes | 03/07/2009 18:32:57
O show do Rod Stewart no reveillón (em que ano mesmo, hein?) foi... esquecível!
Postado por:Zappa | 03/07/2009 11:40:01
O Brasil, mais do que nunca está precisando de brasilidade, identificação cultural e não de uma festa de reveillon musicada por músicos europeus. O turismo em todo mundo é a industria que mais fatura, mas no Brasil, mesmo com todas as condições estéticas e climáticas não é priorizado. O turista, não quer ver aqui o que ele já têm em casa. Em 510 anos já fomos massificados e serventes o suficiente. Será que não é hora de deixarmos de misturar chiclete com banana.
















Servidor terá que pagar multa com o dinheiro do próprio bolso, avisa Paes
Polícia escuta sobrevivente de atentado que matou três operários no domingo
Prefeitura do Rio tem que retirar faixas de patrocinador do carnaval até sexta
Começa pré-matrícula em escolas estaduais do Rio



