De modo geral nossos amigos acertaram, quase por completo, a nossa primeira história-desafio. Até que o amigo e jornalista Jose Carlos Netto chegou e contou em maiores detalhes nossa história.
Eis as respostas:
Quem é a escola de samba A? Caprichosos de Pilares
Quem é a escola de samba G? Estácio de Sá
Quem é o presidente B da escola de samba A? Fernando Leandro
Quem foi o intérprete C da escola de samba A, em 1993? Márcio Souto
Quem era o intérprete F da escola de samba G, em 1993/1994? Dominguinhos do Estácio
Quem é o intérprete D que ganhou, mas não levou? Wantuir
Quem é o intérprete E que perdeu, mas acabou sendo o intérprete da escola de samba A, em 1994? Luizito
Eu não perguntei, mas responderei. O carnavalesco da Caprichosos era essa pseudo-escriba Luiz Fernando Reis
Amigo não tem defeito ...
Tem um ditado que eu gosto muito. Ele diz: Amigo não tem defeito. E inimigo quando não tem, a gente inventa um e coloca nele. O meu amigo Eugênio Leal, que conheço há mais de uma dúzia de anos e como eu é colunista deste site, até pode ter seus defeitos, mas dentre eles não figura a parcialidade. Ele sempre me passou imparcialidade em suas colunas e em seus comentários. Discordei de muitos deles e espero continuar discordando de outros tantos. Afinal somos pessoas distintas e portanto, com pontos de vista diferentes. E tem mais: Não acredito que uma conceituada empresa radiofônica da capital do samba, a Rádio Tupi, a ele confiasse a coordenação de seu carnaval se ele não fosse conceituado para tal.
O problema é que algumas de nossas escolas de samba, e talvez deva colocar, todas as nossas escolas, de todos os grupos, não sabem conviver com a crítica, por mais leve e branda que possa ser. O nosso samba merece ganhar maturidade e encarar cada crítica como algo positivo, não que sejamos donos da verdade. Já é tempo de nossas escolas de samba e de nossos dirigentes compreenderem que a mídia é um termômetro de suas ações e atitudes. Parem de sempre nos encarar como se fôssemos inimigos, compreendam vez por todas que estamos num mesmo barco e queremos a mesma coisa; o melhor para o nosso samba e o desfile de nossas escolas de samba.
Estou contigo Eugênio e se decidires colocar receitas de bolo por aqui, deixa que eu coloco as receitas de salgadinhos.
E mais Paulo Barros ...
Eu tenho a mania de ler todos os comentários por aqui postados, percebemos claramente a seriedade com que muitos dos companheiros comentaristas postam as suas opiniões. Evidentemente concordo com muitos e discordo de outros comentários, mas gosto de lê-los todos e confesso que aprendo um pouco com cada um deles. E é uma pena quando deparamos que nicks exdrúxulos, infantis e bossais são aqui postados. Vai só um recadinho para vocês. Nós colunistas e comentaristas levamos esse espaço muito a sério. Isso aqui não é uma brincadeira. Desculpem o desabafo, mas Tomás Turbando e Piro Cadura é o cacete. Procurem sua turma, aqui não é lugar pra bobeiras.
E vou reproduzir um comentário que se parece muito com o meu
Postado por: Baby da Glória | 05/02/2009 19:12:00
"Tbm acho que os desfiles ficam muito parecidos, daí a chatice! É tão legal quando uma escola vem com uma proposta diferente do luxo, da riqueza, do brilho e isso o Paulo Barros sabe fazer muito bem, ele botou a Tijuca lá em cima, a Tuiuti e a Estácio tbm deram o seu recado. Como exemplo vou citar um carnaval da Vila inesquecível e ousado: ZUMBI ! Talvez seja disso que ele esteja falando, com Zumbi a Vila causou um impacto tão forte sem medo de apostar na contra-mão do luxo, resultado: foi campeã daquele ano! Viva a ousadia, abaixo a mesmice!"
Eu faço mais ou menos a mesma interpretação da Baby e a reforço com três perguntinhas:
1) Quem não sente saudade de irreverência gaiata, satírica, politicamente incorreta e descontraída dos carnavais da Caprichosos de Pilares? (desculpem se puxei a brasa pra minha sardinha)
2) Quem não sente saudades da irreverente crítica social realizada com tanto humor e propriedade pela São Clemente?
3) Quem não sente saudades da irreverente, solta, despojada e alegre União da Ilha do Governador?
O Grupo Especial realmente tá muito igual e não é apenas em fantasias e alegorias, os sambas são formatados da mesma forma, as baterias pouco diferem umas das outras, excetuando-se a original Mangueira com seu surdo um. As alas de passistas são cópias uma das outras, as baianas desfilam enfileiradas como soldados. As alas preocupam-se mais com seu local de desfile do que evoluir e cantar. Está faltando originalidade em nosso carnaval e um profissional que tem tentado mexer nessa coisa é o Paulo Barros.
Só um senão amigo Paulo Barros. Não deixa que a arrogância e a prepotência tirem o brilho de seu talento.
Batam de leve que estou recém chegado de terras gaúchas
Um abraço
Luiz Fernando Reis