Mulher de brasileiro morto no Peru tem dificuldades de trazer corpo ao Brasil

Redação SRZD | Nacional | 07/01/2009 18h39

Carlos Werneck Dos Santos, de 46 anos, foi morto no último domingo no Peru. Sua mulher, Simone dos Santos, está sem dinheiro e não recebeu ajuda da embaixada brasileira em Lima para trazer o corpo do marido ao Brasil.

O casal estava passeando de motocicleta em uma estrada de Ayaviri, a mais de 700 quilômetros da capital Lima, quando Carlos passou mal e teve de ser internado no último sábado. Desde o dia do falecimento do marido, Simone tem procurado ajuda sem sucesso da embaixada.

Segundo o um amigo da família, Eduardo Avelino, as únicas providências tomadas pela embaixada foram certificar o atestado de óbito de Carlos Werneck dos Santos e ligar para os líderes religiosos locais para que ajudassem Simone. Desde então ela vem recebendo ajuda de duas freiras, que a ajudaram a se deslocar até Arequipa, uma cidade maior.

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores, a embaixada brasileira, desde o primeiro momento em que foi procurada, tem feito todo o possível para solucionar o problema. Por se tratar de um local muito distante de Lima, o Itamaraty diz que não foi possível enviar um representante a Ayaviri.

As informações são da Agência Brasil.

 

Comentários (2)

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David Silberstein

09/01/2009 16:44:10

Na matéria publicada pela Agência, não existe a afirmação de que "Carlos Werneck Dos Santos, de 46 anos, foi morto ..." O que está escrito é: "A mulher do motociclista Carlos Werneck dos Santos, de 46 anos, morto no último domingo (4) ..." e "Carlos e Simone estavam passeando ... quando ele passou mal e teve que ser internado". http://www.agenciabrasil.go v.br/noticias/2009/01/07/materia.2009-01 -07.2862284849/view No site da Agência Brasil, encontra-se a seguinte informação sobre a reprodução dos conteúdos da Agência: "Que o conteúdo seja utilizado de maneira transparente e que fique claro quando houver alguma alteração de conteúdo que modifique a mensagem original. Em outras palavras, que não sejam divulgados conteúdos diferentes daqueles produzidos e distribuídos pela Agência Brasil. Como critério básico para a utilização dos conteúdos, é obrigatória a citação da fonte. Também pedimos que o nome do repórter ou fotógrafo que produziu a informação seja citado". http://www.agenciabrasil.gov.b r/canal_do_leitor

Claudia Daflon Coelho

09/01/2009 13:20:54

1) Ele não foi morto, ele faleceu devido a complicações respiratórias. 2) Eles tinham dinheiro mais do que suficiente para a viagem que haviam programado, que não contava com um "extra de morte". Com o "extra" do adoecimento e do falecimento, que implicou em várias despesas não programadas, o dinheiro que tinham não cobria tudo. No entanto, tinham dinheiro no Brasil suficiente, mas a cidade onde estavam (Ayaviri) não tinha sequer agência bancária para o recebimento do dinheiro. 2) Até onde sabemos, quem agitou e providenciou tudo foi a viuva com ajuda das freiras. 3) Uma repórter da BAND NEWS ligou no Itamaraty e foi atendida por um sr. de nome João Gilberto, que falou para ela, quando questionado sobre a ajuda solicitada quando do pedido de transferência de hospital para um melhor atendimento de emergência para o Werneck, que nada poderia fazer, a menos que ele estivesse morto... que em vida nada poderia fazer.

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