Cabral elogia ação da polícia carioca
Laura Machado | Rio+ | 13/11/2008 17:02

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, informou nesta quinta-feira (13) que a política de segurança pública do estado continuará a mesma no combate à criminalidade. Ele disse ainda que, além do trabalho de Inteligência feito pela polícia, o enfrentamento é necessário.
"Inteligência nas operações de segurança pública é um item fundamental. Aliás, o secretário de Segurança é especialista na matéria, mas não é o suficiente; tem o enfrentamento que, infelizmente, no Pavão-Pavãozinho tem 'um vagabundo, marginal' atirando, tem granada, tem um arsenal. Nós não vamos enfrentar essas pessoas? Quem dera que elas entregassem as armas sem enfrentamento, mas não é o caso", declarou o governador ao comentar o tiroteio que parou as obras do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) na favela e levou pânico à Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira (12)
Ele informou que telefonou nesta manhã para os comandantes de cada batalhão e chefes de política para elogiar as ações feitas na Cidade de Deus e no Pavão-pavãozinho esta semana.
Cabral ressaltou também que o governo não aceita a situação de violência nas comunidades mais carentes, e vai lutar para combatê-la sem mexer na política de segurança já traçada.
"Aqueles que acham que é possível a cena carioca conviver com bandido andando com arma na mão ou dominando a comunidade ou o miliciano está profundamente equivocado. Nós não aceitamos isso! A política que começou em 1 de janeiro de 2007 vai até 31 de dezembro de 2010, no PAC e onde não tiver PAC, de preferência fazendo mais PAC para melhorar a vida das pessoas", afirmou.
Para o governador, além de ajudarem no enfrentamento com a marginalidade, as obras do PAC também acabam com a violência social vivida pelos moradores nas favelas cariocas.
"No PAC são duas ações de combate à violência. Uma é enfrentando os criminosos, a outra, é levando saneamento, habitação, água, esgoto, luz, saúde e obras que aquela população tanto merece. Também é uma forma de violência o estado ficar ausente como ficou", destacou Cabral.
Ele também explicou que, com o pequeno efetivo policial comparado ao número de criminosos armados que ocupam várias comunidades, as estratégias de combate têm que ser administradas com logística.
"Temos que combinar as ações estratégicas com volume de efetivo. Por exemplo, homicídios caíram no rio, apreensão de drogas aumentou como nunca antes na cidade. No entanto, o assalto a mão a pedestre aumentou porque não tem efetivo para tudo. Tem que administrar com logística", justificou.
"Os moradores podem ter a garantia, não só do Pavão-Pavãozinho, que estamos trabalhando firmemente para conter a violência em todas as comunidades. Não tem é mágica, tem trabalho e planejamento, sim. Todas as ações são planejadas pela polícia com inteligência", concluiu Cabral.
Postado por:Fabricio Alves | 15/11/2008 15:29:24
No Rio de Janeiro o cidadão acredita em gnomos, duendes, papai noel e coelho da páscoa. MAS EM SÉRGIO CABRAL, NÃO. Aí já é querer demais.
Postado por:fabio almeida | 14/11/2008 14:49:02
poxxa pelo menos aqui na cidade de deus tem fins esta ocupação, ñ é terminha o trafico so passar de facção.. quem esta de fora vendo tudo pela midia vê uma coisa.. estranho uma coisa que o cabral fez a campanha pro eduardo paes ele fez... agora nos das favela vamos pagar com isso porque nós temos um governo que só quer guerra, Bush o senhor guerra.... depois vamos fazer um balanço do goveno do cabral.....
Postado por:judithmariamenezes | 14/11/2008 13:10:53
O governador e a sua política de segurança "enxuga gêlo"





























