O futebol tem dessas coisas mesmo. Um "galo" forte, daqueles lá do interior mesmo, chega na capital e estraga a festa armada para Raposas e Tigres. Quem diria hein! Um galo que corre com a faca na espora, mas levanta a crista e desbanca a todos com uma força que impressiona e neste caso específico incomoda. Seu passo lento vem servindo para disfarçar e se fazendo de morto, faz o tempo passar e se mais uma vez deixarem, irá bicar uma vaga que até esta quarta-feira estava credenciada a outras espécies.
É uma "pena" que o futebol do Rio de Janeiro ainda tenha que conviver com essas situações. Tem gente que diz que quanto mais conhece os homens, mas gosta do cachorro. Em Aperibé a história é um pouco diferente, pois depois de um ano convivendo com uma situação jamais vista, mudaram apenas do cachorro para o galo.