Escolher ir para a universidade em vez de trabalhar pode evitar o desenvolvimento de Alzheimer, segundo cientistas italianos. Aqueles que sofrem menos estímulos intelectuais têm maior tendência à perda de memória. É uma questão genética: os genes envolvidos no alcance de uma carreira de sucesso ajudam o cérebro a se proteger.
O estudo, publicado no jornal "Neurology", utilizou scanners cerebrais para detectar a presença de proteínas características do Alzheimer em 242 idosos. Enquanto 72 apresentaram problemas cognitivos, 144 não tinham falhas na memória.
Durante 14 meses, os voluntários foram estudados e foi notado que os que haviam freqüentado a universidade eram os mais saudáveis. Já os que não tinham carreira alguma apresentaram menor resistência à doença.
Também sobre Ciência e Saúde

Fosséis podem indicar presença de vida no planeta Marte, dizem pesquisadores americanos
30/07/2010 12h52





Comentários (0)