SRZD | Baiano, após perda da invencibilidade: "Sabíamos que uma hora ia acontecer" | Notícia | FutRJ | Portuguesa


Baiano, após perda da invencibilidade: "Sabíamos que uma hora ia acontecer"

Colin Foster | Portuguesa | 16/10/2008 15:37

Foram 13 jogos sem perder - oito sob o comando de Baiano -, uma invencibilidade que estava prestes a completar dois meses. Porém, a derrota por 1 a 0 para o CFZ deu fim à boa seqüência da Lusa na Segundona.

A verdade é que, durante boa parte do jogo, a Portuguesa parecia que não perderia. Um dos motivos para o mau resultado foi a arbitragem de Gutemberg de Paula Fonseca. As reclamações dos jogadores e do treinador durante a partida foram muitas, principalmente após dois pênaltis que, teoricamente, aconteceram. Baiano preferiu não polemizar, com medo de uma possível punição.

"Prefiro não falar sobre a arbitragem, pois aqui no Rio de Janeiro isso anda muito complicado, se a gente falar muito acaba se prejudicando. Deixa por conta deles (federação) ver isso, a nossa missão é colocar o time em campo e fazer o melhor", disse.

Sobre a perda da invencibilidade - tanto da Portuguesa quanto dele - Baiano se mostrou compreensivo, ciente de que a equipe não venceria todas na competição. Ele disse que agora é hora de conversar para conquistar a vitória sobre o Bangu, no próximo sábado (18), na Ilha do Governador.

"Nós sabíamos que uma hora iríamos perder. Agora vamos conversar e ver o que fizemos de errado para corrigir de modo que possamos vencer novamente. Não há nada perdido, começaremos o returno com um jogo em casa, sabemos da qualidade do Bangu, mas eles também sabem que nosso time é forte e pode conquistar o resultado. Estamos no páreo", garantiu, confiante.




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Postado por:Torcedor | 17/10/2008 09:34:41

Observador, estou começando a achar que vc está tentando criar desavenças entre os filiados, isso não é bom, pode acabar mal.

Postado por:Observador | 16/10/2008 20:46:12

Está certo o treinador da Portuguesa, não adianta chiar, pois o esquema era claro: favorecer o Bangu de todas as formas. Índio, em Aperibé, e Gutemberg, velho conhecido na praça, no outro jogo, para impedir que a lusa folgasse na ponta. Isso ainda vai acabar mal.


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