Avião cai e deixa 5 mortos no interior de São Paulo

Redação SRZD | Nacional | 04/02/2013 13h19

Foto: Reprodução de TVA queda do avião King Air C-90, na noite deste domingo, em uma plantação de soja em Cândido Mota, causou a morte de cinco pessoas. Dentre as vítimas, estavam José Eduardo Ermírio de Moraes, sobrinho-neto do empresário Antônio Ermírio de Moraes, de 30 anos, a noiva dele, Letícia Romagnoli Piveta Assunção, de 25 anos, e a sogra, Elizete Aparecida Romagnoli Assunção, de 44 anos. Os corpos foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Assis, São Paulo.

Segundo o IML, os corpos de Letícia e Elizete serão encaminhados para Maringá, no Paraná. De acordo com familiares, o velório deverá ser realizado a partir das 13h desta segunda-feira, na Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Maringá, localizada na região central da cidade. Já o corpo de José Eduardo foi levado para São Paulo. O local do velório ainda não havia sido divulgado até o começo da tarde.

O piloto Luiz Henrique Marcondes Rodrigues Filho, de 54 anos, e sua mulher e co-pilota, Luciana Aguiar da Costa e Souza, de 35 anos, também morreram.

A aeronave tinha capacidade para seis pessoas e havia partido de Maringá, no Paraná, com destino ao aeroporto de Congonhas, na capital paulista. Técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) devem permanecer durante todo o dia no local, apurando as causas do acidente.

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Comentários (2)

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Carlos J.Ribeiro

06/02/2013 19:04:11

Xará, você não entendeu ainda? Seja nos aeroportos, nas boates, nas estradas ou onde for, essa problema crônico brasileiro se resume a um só fator: "Jesus resolve tudo" + literatura de auto-ajuda. As pessoas deixam de pensar e passam a viver num simulacro de realidade, agravada pelas conveniências tecnológicas. O próprio lema da dona Zilda Arns era "Fé em Deus e pé na tábua". Tem salvação desse jeito?

carlos alberto

04/02/2013 13:50:32

Provavelmente pelo andar da carruagem, a Aviação Geral, baterá novo recorde de acidentes trágicos ,no ano de 2013. A ANAC poderia vir à público explicar, os reais motivos que levam este setor aos níveis de insegurança jamais vistos.