SP: ninguém precisou de internação compulsória nesta segunda-feira

Redação SRZD | Nacional | 21/01/2013 16h46

No dia em que o estado de São Paulo iniciou um programa de incentivo às internações de dependentes químicos, nenhum pedido de internação compulsória chegou o Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), no bairro do Bom Retiro. Um grupo de juízes, promotores públicos e advogados ficará de plantão no local, de segunda a sexta-feira, de 9h às 13h,  para avaliar a necessidade de internação de pessoas incapazes de responder por elas próprias.

No primeiro dia do serviço, criado pela Justiça em conjunto com o Ministério Público e o Cratod, houve apenas um pedido de internação involuntária de um homem de 62 anos. A filha do idoso, Ana Paula Mira, de 33 anos, recorreu ao Centro de Referência porque o pai mora há dois anos nas ruas por causa do vício em crack. Por enquanto, o idoso está em internação involuntária. Caso ele se negue a receber o tratamento necessário e a Justiça determine a internação, passará a ser tratado como caso de internação compulsória.

Uma jovem de 16 anos também chegou com os pais ao local e foi internada voluntariamente. A internação voluntária ocorre quando o paciente não oferece resistência e aceita se tratar sem a intervenção do Judiciário.

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