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Paralisação de servidores prejudicou atendimentos em hospitais no Rio

Redação SRZD | Rio+ | 01/10/2008 17:34

Manhã no Hospital Albert  Schweitzer foi marcada por filas. Foto:Marcello Casal Jr./ABr

A briga entre os servidores estaduais de saúde e o governador Sérgio Cabral teve mais um desdobramento hoje pela manhã. Nos hospitais Getúlio Vargas, na Penha, e Albert  Schweitzer, em Realengo, os funcionários não trabalharam, e houve confusão na frente dos hospitais. A paralisação deve durar por dois dias.

A secretaria de Saúde garantiu que o atendimento de emergência e o serviço de pronto-atendimento ocorreram normalmente, e que somente nos ambulatórios dos hospitais Pedro Segundo, em Santa cruz, e Carlos Chagas, em Marechal Hermes o serviço foi suspenso para evitar piquetes. A direção do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (MUSPE), que está organizando a manifestação, informou que os pacientes graves estão sendo atendidos.

O diretor do Hospital Getúlio Vargas, Marcelo Soares, disse que chamou a polícia porque os servidores estavam barrando doentes na porta.  Os médicos e enfermeiros querem um reajuste de 66% no salário, e protestam contra as declarações de Sérgio Cabral, que chamou de "vagabundos e safados" cinco médicos que faltaram a um plantão no Getúlio Vargas. Na quinta-feira (2) está prevista uma passeata até o Palácio Guanabara,com saída prevista às 10h, no Largo do Machado.


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