Paul McCartney saiu em defesa de Yoko Ono, em entrevista concedida ao canal Al Jazeera, garantindo que ela não foi a responsável pelo fim dos Beatles.
Desde que a banda de Liverpool acabou, a viúva de John Lennon sempre foi apontada como o pivô dos desentendimentos entre John, Paul, George e Ringo. Após 50 anos, o cantor declarou que o grande responsável foi o empresário da banda Brian Epstein, que morreu em 1967.
"Ela certamente não separou o grupo, que já estava fragmentado. Sem Yoko, canções como Imagine não teriam sido escritas. Eu não acho que John (Lennon) teria feito o mesmo sem Yoko, por isso não acho que ele pode ser responsabilizado por nada...bEu não posso culpá-la por nada", afirmou.
McCartney contou ainda na entrevista sobre detalhes de sua vida familiar e relembrou os tempos em que estava começando na carreira solo, na década de 70.
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