O tamanho do buraco na camada de ozônio registrado sobre a Antártica, no polo sul do planeta, foi o segundo menor em duas décadas, segundo a Agência Espacial Americana (Nasa) e a Administração Nacional dos Oceanos e da Atmosfera nos Estados Unidos (NOAA).

O tamanho médio do furo, no ano de 2012, foi de 17,9 milhões de km², 27,5% menor do que o registrado ano passado, que atingiu 24,7 milhões de km². A camada de ozônio é fundamental para a vida do ser humano, porque ela regula a entrada da radiação ultravioleta, principal agente causador do cancêr de pele.
Segundo cientistas atmosférico, Paul newman, a redução do furo se deve muito mais a as altas temperatudas registradas no polo este ano do que pela redução de poluentes lançados no ar. "O orifício é causado principalmente por produtos químicos lançados na atmosfera pelos seres humanos, e estes produtos ainda podem ser medidos na estratosfera da Antártica", concluiu.
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