A partir do próximo ano, um novo fundo que funcionará como uma espécie de plano de saúde complementar poderá ser oferecida pelos bancos. A mudança no mercado de fundos da previdência complementar, preparada pelo governo federal, visa garantir uma poupança adicional que pode ser usada a partir da aposentadoria, para dar mais fôlego financeiro para o indivíduo.
Sobre o fundo, inicialmente chamado de "prev-saúde", não incidirá Imposto de Renda (IR). Já sobre os fundos de previdência complementar incide a alíquota mínima de 10% de IR, para o caso de aplicações de longo prazo.
Conversas iniciais entre representantes dos bancos e técnicos do governo federal, foram bem sucedidas e parece não haver resistência contra a proposta.
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