Especialistas em comunicação consultados pelo SRZD consideram grande erro do candidato do PSDB, José Serra, entrar em conflito com jornalistas que lhe fazem perguntas que ele não gostaria de responder. Segundo estes professores, Serra jamais deveria ter sido deselegante com Kennedy Alencar, da "Folha de São Paulo", que quis saber posição do tucano sobre cartilha anti-homofóbica produzida pelo Governo do Estado de São Paulo.
"O problema não é a pergunta, e sim a resposta", ensinou o veterano repórter americano Bernard Shaw, da "CNN".
Causou mal estar a forma como Serra tratou não só Kennedy Alencar como o tom pouco amistoso que adotou ao atender outra repórter da "Folha" que o procurou horas mais tarde.
"Eu sei que você tem suas preferências políticas, modere-se Kennedy", disparou Serra. O publicitário Duda Mendonça eternizou uma frase repetida no mundo do marketing e que se tornou um mantra: "Quem bate, perde".
Leonardo analisando ao pé da letra o seu relato, da pra perceber que o senhor José Serra, já não tem o controle de sua faculdade mental , por nada ou qualquer coisa fica alterado , acredito eu , pelo tempo que esse senhor tem na politica, já não tem a menor condição de ser responsavel por coisa alguma, porque estar mentalmente fora de controle, tendo que procurar com urgencia um psiquiatra ou alguem que possa lhe ajudar, na verdade Serra e apenas um marionete nas mãos do seu amo e guia, que está por trás de tudo que acontece no PSDBOST.A, Fumando Henrique Cardoso, emfim Leonardo, não leve muito em conta o que essa pessoa ( serra) , tenha lhe dito, e apenas um doente mental precisando de um tratamento psiquiatrico URGENTE!. PT. Saudações !
Oi, Sidney, tudo bem? Quero relatar aqui um episódio do qual você nunca tomou conhecimento e depois pode até perguntar ao Gleris e ao seu irmão Renato. Em 2010, na cobertura do debate eleitoral na Record, fui para o estúdio pegar declarações dos candidatos, enquanto o Gleris finalizava o tempo real. Encontrei um Serra lívido e com olhar assustado diante do assédio dos jornalistas. Me aproximei. Comecei a perguntar: "Candidato...". Diante de mim, ele esbugalhou os olhos e me perguntou: "De onde você é?". Repeti umas cinco vezes SRZD, falei no seu nome e ele não conseguia entender. Comecei a pergunta: "Candidato, uma expressão que às vezes é associada ao senhor, que é choque de gestão...". Ele não me deixou concluir e começou a esbravejar diante de todos: "Essa expressão nunca foi associada a mim! E o que importa é ter boa gestão, não importa se é com choque ou com carinho, e isso o atual governo não faz!". Pegou na minha mão rapidamente e virou as costas. Fiquei em estado de choque e Gleris e seu irmão Renato tiveram muita dificuldade para me acalmar depois. Depois, um fotógrafo conhecido me disse como Serra se portava desesperadamente: "Vamos embora dessa p...!". Humanitariamente falando, penso que Serra, se quiser sobreviver politicamente, deveria procurar algum tipo de ajuda.