É verdade que acionistas de grandes empresas sempre reclamam quando há desembolsos num momento de aquisições. Sempre há uma incerteza se foi mesmo um bom negócio, e ainda, presumivelmente, diminuem dividendos para os minoritários.
Não é diferente quando a Alpargatas anuncia a compra de 30% do capital da Osklen pela bagatela de R$ 120 milhões, desembolsados em duas parcelas de R$ 67 milhões com direito à opção de comprar mais 30% nos próximos dois meses.
Se isto acontecer, a Alpargatas assume o controle da grife carioca que conquistou o mundo. O melhor negócio é mexer no comando financeiro, mas não interferir na estrutura criativa.
A plataforma internacional é a menina dos olhos da "velha" Osklen. E agora, com a injeção de recursos da Alpargatas, teremos uma Osklen mais "turbinada". Com um parceiro destes, que havaianas que nada.