Quando Marcelo Oliveira assumiu o comando do Vasco, uma das deficiências da equipe era a falta de objetividade. O número de finalizações era abaixo da média, mas duas semanas depois de chegar ao cruzmaltino, Oliveira já conseguiu progresso: nas partidas diante de Figueirense e Atlético-GO, o número de chutes à meta adversária bateu o próprio recorde, 21 e 23 respectivamente.
"Além do trabalho de finalização, os jogadores se conscientizaram disso e procuraram fazer mais. Geralmente fica difícil praticar, pelo desgaste, mas nessas semanas livres trabalhamos bem. O número foi maior, mas falta o acerto para ficar bom. Temos potencial para isso e ele deve ser proporcional à grandeza do Vasco", explicou.
A próxima partida do Gigante da Colina será contra o São Paulo, nesta quarta-feira, em São Januário, às 22h.