Esclerose múltipla é a doença dos pólos?
Redação SRZD | Saúde | 21/09/2008 15:33
Quanto mais longe você está da Linha do Equador, mais chance tem de desenvolver escleroso múltipla. De acordo com estudo que analisou informações sobre a doença neurodegenerativa em mais de 100 países, as taxas de esclerose múltipla crescem à medida em que se distancia do equador.
Os autores do relatório MS Atlas, publicado pela OMS e a Federação Internacional de Esclerose Múltipla disseram que suas descobertas mostram que a esclerose múltipla, mais do que afetar países desenvolvidos do hemisfério norte, é um doença global.
"Nossos resultados confirmaram que há fortes padrões geográficos para o desenvolvimento da doença e que a freqüência de esclerose múltipla varia conforma a região geográfica ao redor do mundo, crescendo com a maior distância em relação ao equador, em ambos os hemisférios", informam os autores do estudo.
A pesquisa também revelou que nações menos desenvolvidas carecem de recursos e serviços para o tratamento da esclerose múltipla, e que países mais pobres têm poucas ferramentas para diagnóstico, o que significa que provavelmente há casos da doença que ficaram fora do relatório nesses países.





























