O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, apareceu pela primeira vez após o escândalo do roubo de documentos do Comitê Organizador dos Jogos de Londres (Locog). O dirigente defendeu a demissão dos funcionários envolvidos e comentou que o Brasil, apesar disso, continua com prestígio.
"O episódio não afetou a imagem do país. Muitas vezes temos de superar questões internas ou externas. O comitê londrino enviou uma carta na qual exalta que nossa relação não foi afetada e a colaboração continuará. Mas diante de tudo que aconteceu, entendemos que a demissão foi o melhor caminho. Entendemos que houve uma quebra de confiança", disse.
"Foram nove pessoas que não trabalharam de forma orquestrada e não se falavam entre elas. Os funcionários estavam em funções variadas e departamentos diferenciados. O Locog não classificou como furto nem roubo".
Na última sexta-feira, o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que serão realizados em 2016, confirmou o roubo de documentos da Olimpíada de Londres.
Durante a realização dos Jogos na capital inglesa, funcionários da Co-Rio foram enviados para adquirir experiência. Eles, porém, não tinham autorização para fazer download dos arquivos.
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