Viúva do ex-Beatle John Lennon, Yoko Ono aderiu nesta sexta-feira aos apelos pela libertação das integrantes da banda feminina Pussy Riot, da Rússia. Elas foram condenadas a dois anos de prisão por fazerem uma "oração punk" contra o presidente Vladimir Putin dentro de uma catedral moscovita.
"Acho que o Pussy Riot se mantém firme na sua crença pela liberdade de expressão, e deixa todas as mulheres do mundo orgulhosas", disse Yoko.
A militante pacifista concedeu às três mulheres presas um prêmio em dinheiro com o nome de John Lennon.
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