Esquenta UFC 152: conheça a carreira do brasileiro Vitor Belfort

Redação SRZD | Lutas | 21/09/2012 10h31

De um lado o Fenômeno do MMA, do outro, talvez o maior lutador da nova geração. Vitor Belfort e Jon Jones se enfrentarão na noite deste sábado, no UFC 152 e prometem fazer um combate fora de série. E para já ir esquentando o clima, o SRZD começará esta sexta-feira preparando um especial sobre a carreira dos combatentes. Confira a história do brasileiro:

Nascido em 1977, Vitor desde muito cedo começou a praticar judô e logo se introduziu ao jiu-jitsu brasileiro, sendo aluno do mestre Carlson Gracie. Aos 19 anos, já viajara para o Havaí para competir no seu primeiro evento de MMA e derrotou seu oponente Jon Hess em apenas 12 segundos.

Em pouco tempo entrou no UFC, onde conquistou o apelido de "The Phenom" (fenômeno), já estreiando com vitória e vencendo o UFC 12 Heavyweight Tournament, se tornando o mais jovem lutador a ganhar no evento. Ainda no Ultimate, Vitor teve sua primeira derrota e mais uma vitória, e antes de "se mudar" para o Pride, fez a histórica luta contra Wanderlei Silva, a quem nocauteou de maneira impressionante em apenas 44 segundos.

No Pride, estreiou com derrota frente ao japonês Sakuraba e depois, venceu todas as outras cinco vezes que lutou no evento.

Depois, no retorno ao Ultimate Fighting Championship, Belfort não se deu muito bem e tudo piorou quando sua irmã Priscila desapareceu. Em 2004, sagrou-se campeão do UFC em duas categorias, meio-pesados e pesos pesados.

Vitor também tem seu passado manchado por envolvimentos com esteróides, quando depois da luta em que foi derrotado por Dan Henderson, o antidopping acusou o uso da substância 4-hidroxitestosterona. Belfort argumentou e a NCAS optou por puní-lo por nove meses.

Depois de passar por eventos de menor expressão, Vitor retornou ao UFC em 2009 e derrotou Rich Franklin e Akiyama, enfrentando Anderson Silva logo depois e sendo nocauteado pelo Spider.

Seu cartel é composto por um total de 30 lutas, sendo 21 vitórias e 9 derrotas.

Contribuição: Rodrigo Menescal

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Comentários (3)

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DataCrash

22/09/2012 08:29:50

MARI, a vida é uma luta! Os caras não estão ali pra acabar com a vida um do outro e quando a luta termina, até se abraçam sem rancor por saberem que é só esporte, superação física e emocional, sem querer o mal pro outro... Por causa do preparo, sabem que o adversário vai suportar os golpes, sem contar que se o cara não está bem, é aconselhado adiar a luta ou até encerrar a carreira pra que o corpo não desenvolva sequelas! É de conhecimento que os Espartanos tinham um preparo físico até maior, ou seja, o limite do corpo humano está longe de ser atingido, então basta o cara se preparar que nada de mal acontecerá a ele, sem contar com regras para manter a integridade do lutador! Há quem não goste por achar violência, mas acredito que quando encaram como esporte, sem maldade intensional, não há nada de errado!

MICHARDSON AMORIM

21/09/2012 21:58:32

CURTO DE VEZ EM QUANTO. MAIS ESTOU COM A INTUIÇÃO DE QUE VITOR BELFORT SÓ GANHARÁ SE FOR NO SOLO JIU-JITSU VAI MASSACRAR JON JONES. CREIA NISSO!!!! NATAL-RN

Mari

21/09/2012 14:56:35

Fico perplexa de ver pessoas que se dizem até religiosas,cristães apoiando esse tip de luta ou qualquer outra é a degradação do ser humano que para ganhar dinheiro e fama lutam,batem no seu adversário isso é ser humano é ser civilizado é ser cristão? É muita hipocrisia...falta do que fazer algo de útil...