Um estudo que envolve um grupo multidisciplinar, de geógrafros e arquitetos, e grande pesquisa cartorial é considerado inédito por poder definir com precisão os limites do Jardim Botânico, incluindo o Horto Florestal. De acordo com o jornal "O Globo", o estudo será defendido pelo Parque, que, junto com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), terá dois meses para delimitar a área tombada dos bens, o que deve sacramentar quais e quantos moradores deverão ser removidos.
Hoje, discute-se a moradia de 621 residências. Se o mapa que está sendo gerado prevalecer ao fim do trabalho dos técnicos do Jardim Botânico e do Iphan, que ainda não teve início, estariam fora da área tombada 101 casas. Há ainda as ocupações institucionais, como as de Embrapa, Serpro e Light, todas consideradas irregulares pelo estudo. O TCU exclui a Embrapa, Serpro e Light da lista de possíveis remoções. A permanência deles dependerá do registro final em cartório da área tombada.
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