A britânica Sarah Louise Catt, de 35 anos, tomou uma droga abortiva, quando estava com 39 semanas de gestação, em 2010, e provocou um parto antecipado, que causou um aborto. Ela foi condenada a oito anos de prisão.
Sarah alegou que a criança nasceu morta e que ela mesma enterrou o corpo, porém, nunca foi encontrada nenhuma evidência do bebê. A mulher é casada, já tinha dois filhos com o marido e vinha mantendo um relacionamento com um colega de trabalho na época da gravidez. A família não sabia da gravidez e Sarah teria confirmado a gravidez somente após a realização de um exame com 30 semanas de gestação, além do limite para o aborto legal na Grã-Bretanha, que é de 24 semanas.
Leia também:
- Polícia prende brasileira que tentava embarcar com cocaína em Lisboa