Carro da PM é atacado com coquetel molotov na favela da Rocinha
Redação SRZD | Rio+ | 15/09/2012 13h14
Um carro da Polícia Militar foi atacado com um coquetel molotov na Rocinha, dois dias após a morte do policial militar Diego Bruno Barbosa Henriques, baleado no rosto na noite de quinta-feira, 13 de setembro, quando fazia um patrulhamento a pé em uma viela da região. Segundo a polícia, o veículo não chegou a ser incendiado.
De acordo com a coordenação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a ação teria sido uma represália à uma abordagem dos policiais que faziam patrulhamento na região a um dos participantes de uma festa na favela.
O suspeito havia sido encaminhado para a delegacia para verificação de possíveis pendências criminais, o que teria revoltado os outros convidados. Entretanto, segundo a coordenação das UPPS, o incidente não tem relação com o assassinado do soldado da PM.
Desde a manhã deste sábado, cerca de 40 policias da Divisão de Homicídios realizam uma operação na Rocinha para o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão, além de dois mandados de prisão contra autores da morte do PM. Ainda não há informações sobre presos na ação.
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