Loterias Caixa abrem comemorações de 50 anos em grande estilo no Rio

Gustavo Ribeiro | Rio+ | 15/09/2012 03h55

Foto: Gustavo Ribeiro - SRZD

A Caixa Econômica Federal (CEF) começou a comemorar em grande estilo o aniversário de 50 anos de suas loterias no Brasil. Autoridades, lotéricos e funcionários da instituição reviveram década por década dessa trajetória de sucesso em uma festa temática realizada na noite desta sexta-feira no Centro Cultural Ação da Cidadania, no Centro do Rio de Janeiro. O SRZD foi um dos cerca de 200 convidados selecionados para festejar a noite, selada com a apresentação da cantora Margareth Menezes.

Assim que chegavam ao espaço cultural, os convidados passavam por um túnel do tempo, com projeções de vídeos e fotografias nas paredes que remetiam a uma viagem pelas cinco décadas de história das loterias Caixa.

No salão principal, animação foi o que não faltou. A cada 20 minutos uma nova cenografia mudava completamente a atmosfera da festa e convidava os presentes para uma dança embalada ora pelo rock dos anos 60, ora pela onda disco dos anos 70, ora pelo pop dos anos 90, ora pelo pagode de Zeca Pagodinho. Até os garçons entraram na dança e se vestiram a caráter como personagens dos filmes e das séries da TV das diversas épocas.

- Veja mais fotos da festa

- Vídeo: confirma o show da cantora Margareth Menezes

Foto: Gustavo Ribeiro - SRZDO presidente da CEF, Jorge Hereda, conversou com o SRZD assim que pisou o salão. Feliz por estar à frente da instituição que revolucionou a prática dos jogos de sorte no país, Hereda anunciou que todos os municípios brasileiros terão pelo menos uma casa lotérica até o final do ano. Atualmente, apenas 800 das 5.563 cidades do país ainda não possuem loterias.

"A loteria é muito mais do que simplesmente um jogo, vai desde a possibilidade de se estender serviços para a população até os recursos que vão para projetos sociais do governo. Hoje a Caixa também tem na loteria uma atividade muito importante para sua vida. Eu diria que sem a rede de lotéricos a Caixa não seria a mesma", disse Hereda.

"Antigamente loteria era uma coisa que fazia bem para a vida de algumas pessoas. Hoje é uma coisa que tem a ver com a vida de todos nós. A Caixa quer pelo menos mais 50 anos de loteria, porque ela também influencia no lado positivo com toda a ajuda que dá nos projetos sociais. A Caixa é uma instituição que tem alma porque o corpo de funcionários é comprometido com o papel social", completou o presidente.

Foto: Gustavo Ribeiro - SRZDEm entrevista ao SRZD, o vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Ferreira Cleto, detalhou como funcionará a oficialização dos tradicionais bolões de apostas a partir do dia 1º de outubro. Cleto explicou que cada pessoa que adquirir uma cota de bolão terá direito a um recibo individual. A instituição pretende, com isso, garantir a segurança de que todos os cotistas poderão ter acesso ao prêmio. Até então, os bolões são vendidos irregularmente nos pontos de venda do Brasil e não garantem certeza de recebimento caso o bilhete seja premiado.

"A gente tem a expectativa de que essa modalidade de jogo cresça e que as lotéricas vendam mais bolão não só registrados por ela, mas também para terceiros que queiram ir lá e fazer a aposta. Um grupo de amigos que queira fazer uma aposta em conjunto pode ir lá e sair cada um com seu recibo. Outra facilidade é que os apostadores não precisam ir juntos pegar o prêmio, eles podem pegar separados", destaca Cleto.

Também participaram da festividade o escritor e historiador Eduardo Bueno, autor do livro que reúne a história dos 50 anos dos jogos lotéricos; o dono da primeira lotérica do país, Dair Rodrigues Simões; o funcionário que há 31 anos se dedica ao ramo, Raimundo Wilson dos Santos, o Mumu; e o maior vendedor de loterias de São Paulo, Paulo Cesar Lício.

Foto: Gustavo ribeiro - SRZD

Margareth Menezes encerra a noite alavancando a empolgação dos convidados

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