Nesta terça-feira é lembrado um dos maiores acontecimentos históricos da humanidade, o ataque ao World Trade Center em Nova Iorque, Estados Unidos, quando 2.996 vidas foram tiradas. A execução do ataque foi creditada ao grupo denominado Al-Qaeda, liderado pelo saudita Osama Bin Laden. O fato gerou uma série de ações militares, lideradas pelo governo norte-americano, com a intenção de atacar e eliminar os autores identificados como terroristas muçulmanos, em sua maioria abrigados em países do oriente médio. Em maio de 2011, o presidente dos Estados Unidos e seu estado maior divulgam imagens da morte de Bin Laden e alguns seguidores no Paquistão.
O SRZD falou com o Sheikh Mohamad Al Bukai, diretor de Assuntos Religiosos da União Nacional Islâmica (UNI) para saber o que mudou na imagem do islã após o atentado. "Após o 11 de setembro, os muçulmanos, sobretudo na Europa e Estados Unidos, sofreram perseguições e preconceito. O Islã no Brasil também teve a imagem distorcida, com uma propaganda muito forte e negativa contra a religião", disse. O líder islâmico também falou sobre a religião. "No islamismo é terminantemente proibido cometer homicídio ou suicídio, assim qualquer pessoa que venha a praticar esses atos não é muçulmano, mesmo declarando-se ou declarado como tal", finalizou Sheikh Mohamad Al Bukai, que ainda prestou homenagem e condolências a todos os familiares das vítimas do acontecimento e deseja que jamais esses eventos venham a se repetir.
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