Os peritos da Polícia Técnico-Científica serão consultados pelo Ministério Público de São Paulo nesta semana para esclarecerem algumas dúvidas sobre o exame de DNA do corpo do diretor da Yoki Marcos Matsunaga.
O órgão quer saber se havia sangue de uma terceira pessoa além da vítima e da ré confessa, Elize Matsunaga, no local do crime. O empresário foi assassinado e esquartejado no dia 19 de maio no apartamento onde morava com Elize, na Zona Oeste de São Paulo. Apesar de a acusada alegar que não teve ajuda para executar o crime, a promotoria suspeita que outra pessoa também possa ter participação na morte.
O promotor José Carlos Cosenzo, que encaminhou a denúncia à Justiça, afirmou, no último sábado, que foi encontrado material genético masculino e feminino não pertencente ao casal na cena do crime, de acordo com um laudo do Núcleo de Biologia e Bioquímica do Instituto de Criminalística (IC).
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