Os policiais federais não aceitaram o reajuste de 15,8% proposto pelo governo e decidiram manter a greve. A decisão da categoria foi tomada após assembeia realizada nesta segunda-feira. O prazo estipulado para a assinatura dos acordos expira nesta terça.
Com a paralisação, somente estão sendo prestados os serviços de segurança de instalação, custódia de presos e emissão de passaportes emergenciais. Para definir os rumos da greve, uma nova assembleia foi marcada para esta quarta-feira. O movimento teve a adesão de agentes, escrivães e papiloscopistas de todo o país.
De acordo com o Ministério do Planejamento, os agentes federais querem reajustes que variam de 109,3% a 139,4%. Nestes moldes, o salário especial - para quem atingir o topo da carreira - subiria de R$ 11,8 mil para R$ 24,8 mil. Já a remuneração inicial saltaria de R$ 7,8 mil para R$ 18,8 mil.
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