A Corregedoria Geral da Polícia Civil assumiu o inquérito referente ao assassinato do primo do goleiro Bruno Fernandes, Sérgio Rosa Sales, nesta segunda-feira.
O caso estava sendo investigado pela Delegacia de Homicídios Venda Nova, ligada ao Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP). Entretanto, em depoimento na época do desaparecimento da modelo Eliza Samudio, Sales relatou ter sido vítima de constrangimentos no DIHPP. A decisão foi tomada para prevenir dúvidas em relação à transparência da investigação.
Neste domingo, o "Fantástico", da "TV Globo", revelou o conteúdo de uma mensagem que ele recebeu dois meses antes de ser executado com seis tiros em Belo Horizonte. No SMS estava escrito: "Tô na pista, você é o próximo".
No dia do crime, o primo do ex-atleta do Flamengo saiu para recuperar um celular que ele teria perdido, mas foi assassinado por dois homens que o perseguiram em uma moto. A mensagem pelo celular se tornou a principal linha de investigação da polícia mineira.
Outra prova importante é uma carta que Sérgio enviou à família afirmando que estava sendo pressionado por outros advogados para mudar o depoimento que incriminava Bruno. Nela, ele disse que só falou a verdade e que o seu advogado não mandou mudar nada sobre seu depoimento.
Sérgio aguardava julgamento em liberdade desde agosto do ano passado e era réu no caso que investiga o desaparecimento e a morte de Eliza Samudio.
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A meu ver, o motivo dessa mudança de comando das investigações é outro: A Polícia está quase certa de que foi QUEIMA DE ARQUIVO e de que o matador é policial, policial aposentado ou ex-policial. Logo, procura apenas evitar o risco de ocorrer, nas investigações, o nocivo CORPORATIVISMO, que poderia encobrir fatos ou desencadear uma "operação tartaruga", devagar, quase parando, prá proteger alguém. "Tou errado?! "Me ajuda aí, ô!!!