No dia 15 de agosto, durante uma operação na obra, um vergalhão despencou e perfurou a cabeça de um operário. Nessa quarta-feira, a engenheira responsável prestou depoimento de 45 minutos na Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes do Crea-RJ. Durante o depoimento, ela alegou que não estava na obra no momento do acidente e que havia uma empresa terceirizada encarregada da segurança.
O presidente do Crea-RJ, Agostinho Guerreiro, disse que o acidente foi provocado por um erro de procedimento.
"Vamos convocar nas próximas semanas representantes da empresa terceirizada para averiguar se o programa de segurança foi cumprido de maneira errada ou se nem existia, caracterizando falha de execução ou planejamento. Mesmo que seja apurada a responsabilidade da terceirizada, a empresa responsável não ficará isenta de culpa", disse.
Se a negligência for identificada por parte da engenheira ou de representantes da terceirizada, a pena aplicada será de multa ou advertência.
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