Vasco, Mercosul e Sex Shop

Hélio Ricardo Rainho | Hélio Ricardo Rainho | 17/08/2012 10h36

Diz o velho ditado: "quando a colcha é curta, cobrem-se os pés, descobre-se a cabeça". Domingo passado, fui um tanto quanto complacente com a inércia do Vasco em partir pra cima do líder, dentro da casa dele, e tomar-lhe a liderança das mãos. Os leitores perceberam, graças a Deus, porque me conhecem. Fiquei na minha, tentando dar asas à imaginação de que o Vasco só perdeu lá em Minas porque o adversário "era forte". Aham... o adversário é sempre "forte". O Vasco é que é fraco. É isso?! Mas eu finjo que acredito pra ver no que dá.

Veio o Coritiba. É forte? Não! Jogava em casa? Não! Está bem colocado na tabela? Não! Estava há não-sei-quantos jogos sem perder? Não! E quanto foi o jogo??? Ganhamos? Assumimos de volta a segunda colocação, aproveitando os tropeços dos rivais? Aliás, o Atlético não era forte? Por que tropeçou na quarta e não "tropeçou" diante do Vasco???

O Vasco que eu conheço, para o qual sempre torci, era um time de viradas históricas, de resultados homéricos. Já pensou se, naquela decisão da Mercosul, o Vasco tivesse essa mentalidade de agora, de que "jogava fora de casa", "o adversário vinha de uma boa campanha" (afinal era finalista, pô) e, tomando de 3x0, ficasse sentado, festejando o que seria uma "bela campanha" (mais uma sem títulos)?!

Não. O Vasco da Mercosul olhou o placar, olhou a fúria do adversário, olhou a casa do adversário lotada por sua torcida, olhou a campanha do adversário e disse: "É por causa de tudo isso que eu sou mais eu e vou ganhar esse jogo!". Virou para 4x3. Entrou para a história. E não adianta colocar na conta do Romário, só dele, porque Romário já deixou de virar muito jogo mais fácil e de placar menos adverso. Naquele dia, não obstante o show do baixinho, o Vasco quis ser Vasco.

Mas hoje em dia, com a torcida dividida, há quem olhe para o time dentro de campo pensando nas dificuldades financeiras do clube, nos jogadores que saíram, na antiga gestão, na crise da economia européia, na ameaça do fim do mundo segundo o calendário maia etc. Então, em vez de cobrar que o Vasco seja Vasco mesmo, que arranque vitórias difíceis como aquela da Mercosul, já entram no estádio com o discurso de que "mesmo se perdermos, nossa campanha é maravilhosa". E assim seguimos: enquanto estivermos entre a segunda e a quarta colocação, não podemos cobrar nem reclamar, nem falar de nada. Imediatamente, como se estivéssemos num caixa eletrônico de banco, alguém "saca" um extrato com todos os números da campanha para dizer que devemos calar a boca e não reclamar! Tentam me vencer pelos números!

O Vasco da Mercosul não trazia números: trazia uma taça! Linda, por sinal!

Abel é "ruim", mas foi campeão. Joel é "ruim", mas foi campeão. Mano Menezes é "ruim", mas foi campeão. Cristóvão é "bom pra caramba", mesmo que não ganhe títulos. É verdade??? Que critério é esse???

A verdade é que Cristóvão conseguiu dar um padrão de jogo ao Vasco. Há um ano e meio. Entra jogador, sai jogador, empresta jogador, vende jogador... e tá lá: o Vasco joga igualzinho. Temos um padrão de jogo. Mas o problema está aí: temos UM! Um só! Mudar o time no segundo tempo, fazer uma variação tática numa situação de jogo, fugir de uma reação adversária, contornar um adverśario retrancado em São Januário... qualquer coisa que fuja do script do "padrão UM", pronto: ferra geral! Isso explica as derrotas em jogos decisivos, que são mais estratégicos. Enquanto ele não melhorar esse quesito, vai haver quem o chame de burro. Porque "burro", no caso do Cristóvão, não signifca que ele não saiba montar um time, mas que ele não sabe DESMONTAR um time. Insiste e não contorna a situação. O torcedor o chama de "burro" (e quem quiser que julgue se está errado ou certo, eu não tô aqui pra julgar torcedor) quando ele paralisa no padrão de jogo que criou e acha que vai dar SEMPRE certo. Não tem variação. O "padrão dois", quando muito, é apenas um nome+sobrenome: Felipe Bastos. Entra no gol, na lateral, na zaga, no meio, no ataque. Felipe Bastos é a "opção tática viva", a "estratégia encarnada". Ele é o "padrão 2" do Cristóvão.

O Vasco campeão da Mercosul é nosso maior exemplo de que circunstância de jogo requer mudança no padrão de jogo. Esqueceram essa lição?!

"O time está desfalcado". Sim. O Vasco, senhores, é o único time deste campeonato que tem desfalques. Ninguém toma cartão, ninguém se machuca: todos os demais times estão blindados! Só o Vasco - tadinho, esse pobre coitado - fica desfalcado, perde jogadores etc etc. O Coritiba estava completinho ontem! Jogou com seus onze craques de seleção (cinco deles da seleção espanhola). Então, quando estivermos entre a segunda e a quarta colocação, não desejem ser os primeiros... tão pensando que Brasileirão é Mercosul e que AlecGol é Romario? Eu, hein?! Esperem... leva tempo pra time grande ganhar título. O trabalho "é bom"... só não ganha. Mas e daí? "Quem não ganha, festeja a campanha" - será um bom slogan para os partidários de todas as ironias que coloquei neste parágrafo do texto!

Ontem, no Twitter, eu falei que quem vai a jogo de futebol não quer consolo: quem quer consolo vai a sex shop (onde também tem boneca inflável, calcinha perfumada, vibrador etc). Tinha pouca gente em São Januário? Por que será? Infelizmente tá faltando sociologia nisso - interpretação da expressão coletiva. Visto que torcida de futebol não é cabo eleitoral nem estouro de boiada, uma torcida enorme como a nossa não lotar São Januário tem uma tradução muito clara: não estava acreditando no time contra o Coxa. Evidência dos fatos: quanto foi o jogo?! Quem não foi estava errado?! Vaiaram o time por quê? Porque fazíamos brilhante exibição, com a entrada de Viola no segundo tempo ajudando Romário a construir uma vitória de time campeão?!

Vamos aprender, desde já, uma coisa: não adianta mudar a janela quando o problema é a paisagem! Já sabemos que o Vasco é capaz de fazer boas campanhas. Tá bom, já tá anotado. Agora, queremos saber é por que o Vasco perde jogos que precisa ganhar para subir na tabela? Por que perde jogos decisivos ou, quando ganha um, se estrebucha no seguinte (tipo as duas derrotas por go-le-a-da nas decisões de turno do Estadual deste ano)?

O trabalho é sério, a equipe é fechada, os talentos aparecem, as limitações são do próprio esporte. Tudo está perdido? Não, claro que não, demência! A única coisa que está perdida é a desculpa esfarrapada. Por isso achei o máximo Prass ter falado em "culpa" e Alecsandro em "balde de água fria", após o empate mixuruca de ontem. Estou com eles, que entraram em campo e sabem o que poderiam fazer e não fizeram.

Abaixo o fisiologismo de ocasião! Tá na hora de fazer o dever de casa completo. Pra ficar no consolo, repito...é melhor procurar um sex shop!

Facebook Hélio Ricardo Rainho

Twitter @hrainho

Comentários (16)

Isso evita spams e mensagens automáticas.

LvrzTmlHCx

19/10/2012 11:10:39

Just cause it's smiple doesn't mean it's not super helpful.

raletXOGSe

16/10/2012 06:01:34

Acho interessante qundao tentamos aplicar uma noe7e3o de tempo entre grandes transformae7f5es sociais e mais interessante ainda prever a prf3xima transformae7e3o.Alguns fatos interessantes sobre preparae7e3o/inflexe3o tecnolf3gica:A mateme1tica e a fedsica veam evoluindo e0 mileanios no sentindo da automatizae7e3o dos ce1lculos.O embrie3o da Internet nasceu na de9cada de 60, um pouco antes da computae7e3o pessoal.Foram cerca de 15 anos de Web ate9 algue9m cunhar o termo Web 2.0.Olhando de dentro do mundo da Cieancia da Computae7e3o, tenho uma vise3o ranzinza:No geral: Penso que a Cieancia da Computae7e3o e9 um mundo altamente imperfeito. No hardware: A arquitetura vigente foi criada tambe9m na de9cada de 60. Na usabilidade: Por mais que hoje haja mobilidade e telecomunicae7e3o, ainda estamos sempre presos he1 uma tela redgida e bidimensional, um teclado e um mouse. O computador ne3o compreende de fato nossa vf3z, ne3o enxerga o contexto das nossas buscas, nem permitem uma relae7e3o REALMENTE rica com a informae7e3o. A computae7e3o realmente onipresente (ubedqua) este1 LONGE. Na Engenharia de Software: a formae7e3o dos programadores e9 apenas razoe1vel nas melhores universidades. Os cronogramas atrasam, empresas disputam a tapa arquitetos e projetistas realmente competentes. Os programas de3o pau, ne3o rodam em qualquer plataforma, maleme1 se3o internacionalizados. Desenvolvedores discutem a linguagem que vai tornar seu trabalho mais fe1cil e mais re1pido e a evengelizam como se ela fizesse o cafe9 pra vocea tambe9m, sendo que suas bases se3o iguais as das outras.Este3o fazendo avane7os, muitos avane7os em todas essas e1reas, ora, mas e9 claro, mas mesmo assim acho que seu pra sacar que, no meu ponto de vista, tal ponto de inflexe3o este1 um pouco mais longe do que pensamos.

Cléber

18/08/2012 14:36:32

Guilherme Augusto Diniz !!! Me desculpe, mas quem está tentando fazer a tal previsão é vc. Pois já concluiu que eu concordei com a compra do Bernardo. Aliás, vc. concorda com as coisas pelo apelo da maioria ? Bom....Eu tenho minha opinião e respeito as outras, sem respondê-las com ironias, e utilizando argumentos que justifiquem minhas opiniões, vc. concordando ou não. O bernardo nunca...NUNCA...foi titular absoluto no Vasco. Isto é fato. Ok ? Quando exercia tal titularidade não convencia. Correto ? Pensamento óbvio pois não virava titular nos jogos seguintes. E já tinha arrumado problemas em TODOS(cruzeiro, goiás) os clubes que tinha passado antes. Portanto, não estou ligando diretamente os dois fatos, mas afirmando que a diretoria, na época do bernardo, já tinha parâmetros(outros também, mas cansei de escrever !!!) suficientes para não fazer investimento de tal porte. Para o felipe bastos, não preciso justificar !!! Não é mesmo ? Pois bem ! Dinheiro já teria agora !!! Como disse, o rafinha foi um exemplo, que aliás justificou em campo no mesmo dia quwe escrevi, não é mesmo ??? Contra-argumentos são bem vindos. Mas com respeito ao homem e cidadão deste lado. Ok ? SV

Alexandre Mesquita

18/08/2012 12:32:33

...em um contragolpe; em BH, vimos um Atlético impetuoso e mesmo não jogando mal a maior parte do duelo, fomos vencidos; contra o Coritiba, fizemos, com certeza, nossa pior apresentação. A bravura dos atletas mesmo em um dia ruim foi elogiável, mas pra quem acredita em 'Justiça no Jogo' e nos 'Deuses do Futebol', sairmos vencedores naquele encontro seria algo sem merecimento. [Que fique bem claro que não estou nesse grupo. Se viramos o jogo mesmo atuando mal e tendo menos oportunidades, que se dane o adversário!] O mais esdrúxulo depois de todo esse nosso debate é saber que hoje temos o mesmo número de pontos que havíamos conquistado ao final do turno do ano passado. Usássemos a lógica pura e simples pra analisar friamente esse panorama, diante da constatação de que o time do Vasco é inferior ao de 2011 (quase ninguém nega isso, a divergência fica entre saber se muito ou pouco) e de que, ainda assim podemos fazer uma campanha melhor que nos colocaria em posição acima a do ano passado, o que dizer do nosso Campeonato Brasileiro de 2012? Como diria um "colunista" amigo seu: "Na boa, o futebol brasileiro apresentado neste campeonato está fraco demais. Simples assim..." (rsrsrs...) Se ele dissesse isso, eu não haveria como discordar. De fato, somente há um time (que está disputando MESMO o título, já que o Corinthians é café-com-leite) jogando algo que possa ser dito como bom futebol: o Galo. Abraços! Não esqueça de mandar pro meu e-mail suas ideias literárias sobre as quais falou no Facebook... (prefiro falar por e-mail mesmo...)

Alexandre Mesquita

18/08/2012 12:25:38

Prezado, belo texto, apesar de discordar de algo aqui, algo acolá... reconheço que Cristóvão tenha suas limitações criativas que o impedem de fazer "mexidas ousadas" que sugiram uma mudança tática do time - colocar Felipe na frente, como um atacante, é uma delas - e de sua habitual demora em substituir - aturar o Barbio neste último jogo por 45 minutos foi dose -, porém, não consigo enxergar treinadores assim tão melhores no momento. Outra coisa: nessa sequência ruim de jogos (1 vitória em 5 partidas), me parece que o elenco não está ajudando muito. Prass falhou contra o Galo - tapa com mão mole - e no primeiro gol contra o Coxa - demorou a sair (ou poderia ter optado por ficar na meta); nossos laterais estão abaixo do que eles mesmo já mostraram - penso que no clássico de amanhã, colocar de início o Jonas e voltar com Feltri seria a melhor opção; Fabrício, com esta última atuação, deixou claro que é a última alternativa pra zaga, atrás até do Luan, que merece ser testado; e, pra finalizar, com Eder Luis/ William Barbio mal e Carlos Alberto estéril como goleador - Diego Souza com toda sua irregularidade e lentidão irritantes ainda fazia seus gols, aliás, verdade seja dita, fez diversos e belos gols - fica difícil pro ataque funcionar bem como deveria. O que sobra? Torcer pra que o Juninho esteja inspirado SEMPRE, que acerte uma faltinha na rede ou na cabeça de um companheiro (o que não é uma constante tão certa como tanto se propaga), e que o consistente setor defensivo do Vasco consiga segurar os ataques adversários - com um zero no placar do outro lado, pelo menos se garante um empate, correto? E foi mais ou menos isso que vimos nessa sequência ruim (em termos de pontos conquistados) contra Inter, Corinthians, Sport, Galo e Coxa. Em um breve resumo, nos três primeiros, vimos jogos equilibrados com poucas chances claras de gol. Em Recife, com "aquele" gramado, abrimos o marcador de falta e "matamos" o jogo

Monica Muniz

18/08/2012 01:44:12

Vou lamentar profundamente se o vasco não aproveitar a presença de juninho no clube para conseguir um título de expressão nos próximos anos. Outra coisa.... por favor, alguém diga ao W.Matheus que quando se tenta passar 10 vezes por um mesmo marcador com dribles desmoralizantes sem êxito algum, deve-se fazer o simples porque caso contrário é contrataque na certa... ao Wendell que ele não precisa se lançar ao ataque a todo momento, sua presença defensiva é muito importante, orientando e fechando os espaços como fez nas primeiras partidas...que o C.A conte 1,2 e solte a bola....que acalmem o Barbio. Estive no meio da torcida no último jogo e esses foram os principais motivos da vaias. Senti que se a vitória se confirmasse o time até sairia com moral alta, mas o vacilo final foi um verdadeiro "balde da água fria" nos vascaínos.

Wanderson

17/08/2012 20:52:25

comparar o elenco de 2000 é covardia também né? Todos os jogadores tinham passagem pela seleção, TODOS, e mesmo assim não ganhamos tudo, com aquele elenco não era pra perder mundial pro corinthians, não era pra ser mais uma vez VICE pros mulambos (coisa que impregnou esse estigma), não perder copa do brasil, não perder libertadores nas oitavas no ano seguinte... vamos ater a realidade... mesmo sendo totalmente diferentes, nunca fomos campeões de TUDO, como nenhum time é!

Wanderson

17/08/2012 20:46:04

Olhando tantas críticas ao cristóvão na internet e em todos lugares as vezes acho que o VASCO tem um elenco igual do Barcelona, só que é o técnico que não sabe usar... mas vendo o banco do VASCO onde a alternativa mais ofensiva seria o Pipico eu vejo que o cristóvão realmente é o bode expiatório... O VASCO NÃO TEM ELENCO, TEM UM BOM TIME, QUE PERDEU GRANDES JOGADORES E SEMPRE TÁ DESFALCADO!!!

Guilherme Augusto Diniz

17/08/2012 16:20:14

Cléber....me desculpe amigo mas no caso do Bernardo você está pedindo exercício de adivinhação. Se na época, não contrata o Bernardo que era o queridinho da torcida e era UNANIMIDADE, iriam execrar até a milésima geração. Aí acontece o episódio dele e, 8 meses depois vem uma comparação com Rafinha? Faz um favor aí pra mim...me passa os números da megasena da próxima semana...são só 7 dias, nem to pedindo 8 meses.

Paulo Angelo

17/08/2012 16:16:14

Durante o jogo contra o Coritiba, não tirei os olhos do Juninho.Ele estava assustado,atônito,impotente diante do que via.Balançava negativamente a cabeça a cada jogada errada do time, principalmente jogadas do W.Matheus(que jogou com a camisa 10 !!!!) que não sabia o que fazer com a bola.Ele dava o sangue,carregava o piano sozinho e a revolta era tanta que ele não se permitiu levar um lençol de um zagueiro chinfrin de um time que estava na zona de rebaixamento, meteu a mão na bola e está pendurado com o segundo amarelo.No intervalo estava descabelado,olhos arregalados e vermelhos e até ensaiou uma discussão com o repórter do SPORTV de tão transtornado que estava e tentou justificar a atuação do time alegando muita pressão sofrida após o empate com o Galo.Ou seja, não se eximiu de culpa, colocou-se no bolo.No segundo tempo,mais luta:batia escanteio,falta,buscava a bola na frente dos zagueiros e explodiu em desabafo quando o Vasco virou .No final da partida ,desanimado ,não fugiu dos repórteres e ainda foi otimista quando disse que se o Vasco repetir a atuação do segundo tempo, brigará pelo título.Pra mim, depois do Dinamite jogador, esse é um ídolo do Vasco.Saudaçoes vascaínas.

Marcelo Faga

17/08/2012 15:15:42

Até quando iremos suportar felipe Bastos????O time tá perdendo coloca o F.bastos ....o time está ganhando coloca F.Bastos ..... Grande visão de jogo. O nosso Reizinho não está aguentando mais carregar sozinho este meio de campo , e os outros times já perceberam isto. Sinceramente , o Barbio tem condição de jogar no Vasco??? Não tem outro um pouquinho melhor??

Cléber

17/08/2012 13:45:01

Hélio, Agora sim !!! Sabia que a sua opinião era outra !!! Mas resumo em 2 textos que escrevi. Um no passado distante e outro no recente. 1) Cristóvão não sabe tirar nó. Nem do próprio tênis. 2) Time uma 1 nota só. Esta é nova : 3) Por que não usa os garotos que saíram "do forno" ??? Quem sabe ??? Já que espera tanto de Diego Rosa, chaparro e max, porque não marlone, JC etc. ???? Vai ser pior ??? Como ??? ps: Lembram no comentário da coluna anterior que falei do rafinha ??? O vasco prefere dar 3.5 M pelo traíra do bebêrnardo, comprar Fbos e eder sonolento luis... do que comprá-lo !!! SV

Bruno Pimentel

17/08/2012 13:05:06

perfeito !!!!!!

Fernando Cecchetti

17/08/2012 12:51:18

Amigo Hélio, preciso comentar algum ponto depois de sua realista e fantástica coluna??? Claro que não...rssss...queria te dar uma sugestão, uma coluna para comentar sobre as divisões de base(ainda existem no vasco?)...grande abraço e saudações Vascaínas!!!

Vitor Hugo Nabeth

17/08/2012 11:01:18

Hélio, sou um seguidor do seu trabalho, e desde que saiu do SuperVasco deixei de acompanhar suas colunas...até te encontrar no twitter e estar ciente dos seus posts novamente. Por isso, venho parabenizá-lo pelas colunas e opiniões, concordando e discordando de você, mas sempre aprendendo. Isso que eu procuro quando falo de Vasco. A situação de baixo público de ontem, a meu ver, pode ser vista com duas origens: do gramado pra arquibancada, pois todos nos decepcionamos com a fraca atuação contra o Galo domingo, e os jogadores sentiram essa desconfiança (relatada pelo Rei no intervalo do jogo numa entrevista ao PFC); ou então da arquibancada pro gramado, pois ao ser vaiado logo no primeiro tempo, time sentiu a pressão e o jogo seguiu daquela forma ridícula que vimos ontem. Prefiro me agarrar na primeira opção. Eu sou totalmente contra, embora entenda perfeitamente, a vaia durante a partida, pois não soma. A nossa torcida raramente entende isso, e nesse quesito, nos vejo atrás de Corinthians e Galo, por exemplo. Hora de vaiar é no intervalo e após o apito final, senão estaremos jogando contra! O CB não será substituído esse ano, já me acostumei com isso, e mesmo não sendo um crítico ao trabalho dele, que nos deu padrão por todo esse ano, como você muito bem disse na coluna, reconheço que ela peca demais nas substituições. A cisma dele com o Bastos é inacreditável; a demora em estrear o Jonas ontem no lugar do Auremir (que não é lateral) foi irritante...mas o principal problema, a meu ver, é a nossa falta de ambição nas contratações. Não temos verba, eu sei, mas temos que tirar um coelho da cartola para reforçarmos nosso meio campo com um criador de velocidade. Não me peça sugestões, por favor, pois eu não ganho 10/15 mil por mês pra pesquisar jogadores disponíveis no mercado! hehehehe Abraços, SV e sempre bom ler um texto seu. Boa sorte pra nós domingo!

1>