O ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), sustentou, antes de concluir seu voto, que o empresário Marcos Valério e os sócios dele, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, são responsáveis pelo crime de corrupção ativa.
O relator afirmou também que o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) recebeu vantagem indevida do grupo de Marcos Valério, sendo caracterizado, portanto, o crime de corrupção passiva. As penas previstas para ambos os crimes variam entre dois a doze anos de reclusão.
"Ao meu ver estão caracterizados os crimes de corrupção ativa imputado a Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach, e corrupção passiva atribuído a João Paulo Cunha", disse Barbosa.
A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) relata que João Paulo Cunha recebeu R$ 50 mil indevidamente da agência SMP&B, de Valério. O órgão o acusa ainda de ter desviado R$ 252 mil do contrato para um assessor. No total, os desvios na Câmara teriam somado R$ 1,077 milhão, já que a empresa não executava os serviços pelos quais recebia.
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João Paulo Cunha (PT-SP) , um mensaleiro de primeira ordem, quer por que quer , e bate o pé ( rimou...kkk) ser candidato a prefeito de Osasco (SP) , é um quase condenado no escândalo do MENSALÃO , é muio cara-de-pau. Ficha-Limpa neste picareta !!!. Não à CORRUPÇÃO !!!.
PeTralhada todos santinhos. E o cabeça do esquema o Molusco vai escapar.