Os motoristas de vans que complicaram o trânsito nas redondezas do Maracanã na manhã desta quarta-feira chegaram à Cinelândia, no Centro do Rio, por volta das 13h.
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Um carro de som parou em frente à Câmara dos Vereadores e, depois de estacionarem seus veículos no Aterro do Flamengo, os manifestantes voltaram caminhando para o centro do protesto. Todos vestiam camisas do movimento. A Guarda Municipal reforçou o policiamento no local para acompanhar os motoristas.
Por volta das 13h50, uma forte chuva caiu sobre o centro da cidade e dispersou uma grande parte das pessoas. Porém, um representante dos motoristas reforçou, no carro de som, que a chuva não iria atrapalhar o protesto.
"Concordo plenamente, porque é uma reivindicação justa. É preciso negociar. Sou a favor, é um movimento social legal", disse o professor Sérgio Guimarães, de 64 anos, que acompanhava o ato.
Na opinião do autônomo Renato Lemos, que também observava a movimentação, a manifestação desrespeita o direito de ir e vir da população. "Acho que se eles querem o direito deles, eu também quero o meu de poder andar na rua. Esse tumulto, o trânsito, é desnecessario, injusto", desabafou.
* Edição: Gustavo Ribeiro
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