Uma mulher da cidade de Aracaju, que trabalha em um hotel da Orla de Atalaia, prestou queixa contra dançarinos da banda de pagode Fantasmão. Segundo ela, teria sido assediada pelos integrantes do grupo baiano durante a tarde do último dia 4 de agosto.
Conforme conta Luci Bernardo, 29, que trabalha como camareira, os rapazes teriam solicitado que a mesma arrumasse o quarto no qual estavam hospedados, mas segundo ela, tudo estava em ordem. Após se recusar a refazer o serviço ela narra que os músicos teriam apagado as luzes e abaixado as bermudas.
Assustada a funcionária teria acionado a direção do hotel e se dirigido à Delegacia de Turismo. Segundo a camareira que é casada e tem filhos, os jovens a teriam deixado trancada no quarto após o suposto episódio.
Nesta sexta feira a banda declarou que pensa processar a camareira por calúnia e enviou nota à imprensa onde nega todo o ocorrido alegando que "tudo não passou de um diálogo com a porta aberta". Veja nota na íntegra:
NOTA DE ESCLARECIMENTO DA BANDA FANTASMÃO
A banda Fantasmão, por meio desta, vem esclarecer sobre os fatos noticiados nas últimas 24 horas em relação às acusações de atentado de abuso sexual, ocorridas na cidade de Aracaju-SE, durante estadia do grupo no último sábado (4 de agosto).
A produção da banda reitera que esteve hospedada até o período previsto e realizou o check-out por volta das 9 horas da manhã do domingo (5), conforme planejado. E que, o empresário da banda permaneceu hospedado no hotel até a segunda-feira (6), afim de, esclarecer com a funcionária as informações mencionadas pela mesma, que em momento algum, foi colocado os fatos por ela noticiado pela imprensa.
E, em conversa com os dançarinos envolvidos, ficou mais uma vez claro que não passou de um diálogo com a porta aberta, onde os mesmos solicitaram que o quarto que eles estavam hospedados fosse arrumado. E no momento, a camareira informou que não poderia realizar tal serviço sem o consentimento da recepção.
Vale ressaltar, que a banda durante esses seis anos de formada nunca passou por situações constrangedoras e nem vexatórias, frisa o empresário.
Mais uma vez, os dois dançarinos deixam claro que em tempo algum houve atos de abuso sexual, contato físico e nem tão pouco diálogo malicioso, conforme relatado pela funcionária do Hotel Tropical, Luci Bernardo dos Santos.
Salvador, 10 de agosto de 2012.
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