CNJ determina ficha limpa para servidores do Judiciário

Redação SRZD | Nacional | 31/07/2012 20h32

Foto: Reprodução de TVO Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, nesta terça-feira, a resolução que exigirá ficha limpa para que se possa contratar funcionários comissionados, ocupantes de funções de confiança e terceirizados do Judiciário. 

A nova norma barrará o ingresso de servidores não concursados que tenham sido condenados por crimes listados na Lei da Ficha Limpa, por decisão de um colegiado - quando mais de um magistrado participa da sentença. No caso dos terceirizados, vale ressaltar que a regra só vale para os cargos de chefia.

A determinação será aplicada à Justiça Federal, Justiça Eleitoral, Justiça estadual e Justiça Militar, além de também abranger os tribunais de contas.

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Comentários (1)

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Alexandre Fernandes Dias

01/08/2012 07:55:26

O candidato a prefeito Gabriel Chalita (PMDB) foi vaiado na manhã de ontem, em São Paulo, por uma plateia composta por professores e especialistas em ensino. O ex-secretário de educação de Geraldo Alckmin ouviu os apupos ao defender convênios para suprir a demanda por creches. Chalita se recuperou mais tarde e foi aplaudido ao defender concursos públicos para professores. Ele compareceu ontem de manhã a um encontro do Sinesp (Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo). Explicando a reprovação, afirmou que prefere ser "absolutamente sincero" e não adotar um discurso para um tipo de público e outro para outras ocasiões. "Eles têm interesse na construção de creches, mas as crianças não podem esperar, não podem ser prejudicadas por questões corporativas", disse. O déficit de creche chega a 200 mil vagas na capital paulista. Chalita comentou ainda a realização do primeiro debate entre os prefeituraveis amanhã. De acordo com ele, focará nas questões da cidade e não "nacionalizará" as discussões. "Vou atacar a gestão de José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (PSD), mas não a pessoa dos candidatos", afirmou. Ele ainda disse torcer por um julgamento transparente do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal) e criticou as " alianças obscuras" feitas "as escondidas"."Tudo que é feito escondido não é bom para o eleitor", afirmou.