O SRZD sorteia um livro autografado do jornalista Leonardo Torres, "Condenáveis - uma história de filho e pai".
O autor, que conta sua própria história, descobriu que o pai havia sido preso através de um programa de TV. No início, sentiu culpa e vergonha por ser filho de um criminoso. Depois, raiva e aversão. Tudo o que queria era distância. Policial civil conhecido pelo combate ao tráfico de drogas, o pai foi acusado de venda de armas e repasse de informações sigilosas a traficantes procurados no Rio de Janeiro. Era a chamada Operação Guilhotina, que ocupou os noticiários nacionais em 2011.
Estudante de Jornalismo, o filho tinha pânico que os colegas de trabalho descobrissem sua acendência. Nunca pensou em visitar o pai na cadeia ou em telefonar para ele após sua libertação. O filho condenou o pai e, neste livro, explica o porquê."
Para concorrer ao livro autografado do jornalista Leonardo Torres responda à pergunta: o que você faria se descobrisse que seu pai é um criminoso?
A promoção será encerrada no dia 8 de agosto e só é válida para leitores do Rio de Janeiro.
O SRZD entrará em contato com o vencedor através do e-mail cadastrado no site.
Participe!
Deixaria de ser o filho dele.
Eu não entregaria ele a polícia, ficaria decepcionado e sem demagogia, eu não faria nada.
Como filho não faria nada, deixaria a justiça dos homens decidir, porque na justiça de Deus, ele já me puniu, pois ninguém quer ter um pai criminoso.
Assim como o jornalista Leonardo Torres, ficaria com raiva. Porém, certamente iria transformar esse meu sentimento em uma punição para meu pai. Acredito que a pena mais dolorosa do que uma prisão seria ter que reconquistar a confiança do próprio filho. Uma condenação muito mais forte e mais presente do que qualquer ficha criminal.
Eu o entregaria para polícia, por mais que a dor fosse grande, e o sentimento de culpa pairasse, é preciso se fazer o certo. Dependendo do crime, ele mesmo poderia se voltar um dia contra a família, ou até mesmo prejudicar essa. Se realmente haver amor entre pai e filho, e vice e versa, os dois entenderam, e o pai irá aprender a corrigir seus erros.
Não existe uma emoção única. Ficaria confusa, triste, com raiva pela mentira e ao poucos tentaria entender o que aconteceu. Não posso julgá-lo por atitudes do passado, mas como ele reagiu diante do fato é o que conta. A partir daí eu tentaria conversar com ele de filha para pai.
Eu procuraria a resposta dentro do meu coração para entender que a vida aqui fora precisa da busca e da compreensão , precisamos viver da realidade com amadurecimento da questão porque um pai nem sempre é nosso herói , ele pode ser uma simples ilusão.
Entregaria ele a polícia,bandido é bandido.
"O que você faria se descobrisse que seu pai é um criminoso?" Resposta: "Uma situação dessas não existe uma resposta certa ou errada, já que a limítrofe entre a razão e emoção é bastante tênue. A atitude mais correta, justa e democrática sempre é de dar voz ao acusado e a Justiça. A partir de ambas argumentações e informações, teremos mais embasamento para tomar uma decisão."
Escreveria um roteiro de filme policial para extravasar a minha frustração por meio da arte cinematográfica.
De início eu ficaria arrasado, sem ação; depois, tentaria entender os motivos que o levaram a ser um criminoso e, após isso, refletir qual o peso que essa atitude condenável poderia exercer na minha relação com meu pai, até porque ele não deixaria de ser meu pai por causa disso. Uma coisa é certa: ele não deixaria de ser meu pai, mas não é por isso que eu devo aceitar suas atitudes.
Eu tentaria, se isso me fosse permitido, ir até ele e o questionaria sobre o que o levou a tomar tal atitude. A partir daí, refletiria se ele iria continuar a fazer parte da minha vida ou não. Porque a partir do momento que ele decidiu correr riscos, ele sabia que poderia me perder, assim como sabia que poderia perder a vida.
Iria até ele, caso isso fosse possível e o questionaria até que me dissesse o que o levou a fazer isso. Porque resolveu abrir mão da vida, sabendo que o caminho não tem volta. E de repente, diante das informações, eu decidiria se ele iria continuar fazendo parte da minha vida ou não, já que ele não fez questão de que eu continuasse a fazer parte da dele.
eu escreveria um livro!!!
Essa é uma pergunta muito difícil, mas eu acho que nunca denunciaria o meu pai, tem alguns pais que não podem ser considerados pais pois nunca se importaram com seus filhos nesses casos acho que o filho deve sim denunciar o pai se for um criminoso, mas um bom pai como o meu pai nunca faria isso.