O famoso pão de forma integral light não é tão saudável quanto é mostrado no rótulo, segundo a juíza Márcia de Carvalho, da 2ª Vara Empresarial do Rio, que proibiu temporariamente a venda do produto.
As empresas foram notificadas pela Anvisa e Inmetro e devem realizar mudanças nos rótulos dos produtos, retirando atrativos de marketing não comprovados cientificamente. Caso a determinação não seja cumprida, as empresas terão que pagar a multa diária de R$ 10 mil
Os pães reprovados foram o pão light de centeio Seven Boys, pão integral light Naturalle, pão com flocos de aveia light Carrefour e pão multi grãos light Bread’s.
O objetivo da ação movida pela Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio é que as empresas não passem a ideia ao consumidor de que ele não vai engordar ao consumir o produto.
Plus Vita, Pullman e Wickbold não estão na lista
A assessoria de imprensa da Bimbo do Brasil, detentora das marcas Plus Vita e Pullman, informou por meio de nota que não há qualquer condenação da Empresa. De acordo com o comunicado, a ação civil pública na 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro foi julgada improcedente para empresa.
"No contexto da ação judicial e respectiva sentença, a Bimbo do Brasil encontra-se em consonância com a legislação brasileira, validada pela ANVISA", diz trecho da nota.
Com relação à Wickbold, não houve condenação. Assim, a assessoria da empresa emitiu comunicado dizendo que "o produto Pão Light Wickbold está de acordo com as normas estabelecidas pela legislação vigente".
Leia também:
- Empresa terá que pagar indenização de R$ 10 mil a funcionária







Comentários (0)