De acordo com a FGV (Fundação Getúlio Vargas), a alimentação ficou mais cara nesta segunda semana de julho e puxou prévia da inflação. Hortaliças e legumes foi o item que mais contribuiu para a aceleração dos preços devido a condições climáticas atuais que afetam as lavouras.
Depois de chegar a 0,19% na primeira semana, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) marcou 0,22% na segunda semana do mês. Na segunda prévia de julho o grupo alimentação registrou a aceleração dos preços de 0,84% para 0,96% na segunda prévia de julho, mas não foi o único a acusar aceleração de preços nesse período. Os grupos habitação, despesas diversas, transportes e comunicação também indicaram aumento nesta medição. Os itens que mais pesaram no bolso do brasileiro foram tarifa postal, com alta de 6,91%, conta de relefone residencial, com 0,38% e mão de obra para reparos em residência (de 0,77% para 1,16%).
Os novos veículos tiveram menor recuo de preços nesta semana, com queda de 1,92%.
Entretanto, os preços dos produtos e serviçõs ligados a vestuário, educação e saúde ficaram menores. Nestes grupos, vale ressaltar o menor preço de roupas, passagens aéreas, artigos de higiene e cuidado pessoal.
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