Bruno é impedido de fazer faxina como punição por enviar carta ao público

Redação SRZD | Nacional | 13/07/2012 16h59

Foto: DivulgaçãoDepois de ter enviado uma carta a uma emissora de TV mineira por intermédio de seu advogado, o goleiro Bruno Fernandes foi punido por infringir as regras do Complexo Penitenciário Nelson Hungria.

O "castigo" aplicado ao detento, suspeito de mandar matar a modelo Eliza Samudio em 2010, foi o impedimento temporátio de fazer faxina na cadeia. Até que o caso seja avaliado pela Comissão Disciplinar do Complexo Prisional, Bruno ficará recluso na cela.

Na carta, Bruno jura "pelo sangue de Cristo" que jamais teve influência no desaparecimento da amante e afirma que vai assumir Bruninho como filho.

"Te confesso, pelo sangue de Cristo Jesus, que nunca desejei, ordenei ou determinei, a quem quer que seja, o desaparecimento de Eliza Samudio [...] Estou pagando já dois anos de prisão por um possível crime que não cometi e nem ordenei. Mas Deus é minha testemunha e saberá cobrar quem merece [...] Talvez o único erro da minha vida foi ter confiado em algumas pessoas, mas vou lutar com todas as forças para provar para o mundo que sou 'inocente'", afirma o suspeito na carta, lida ao vivo na TV Alterosa.

Leia também:

- Em carta, Bruno nega culpa e garante que cuidará do filho com Eliza

Comentários (1)

Isso evita spams e mensagens automáticas.

Zappa

14/07/2012 03:41:23

O ex-goleiro Bruno, independentemente do crime que cometeu, se é que cometeu, é uma vitima midiática, um prato ao gosto de uma imprensa que em todo o tempo que o ex-jogador está preso, o disseca, agride, acusa, culpa, mente e quando a gente pensa que não há mais nada, nem a ossada, eis que aparecem felizes e saltitantes alardeando em manchetes, que Bruno é um homossexual enrustido e que por enviar uma carta ilegal ao amante, será punido como rege a lei, mas que lei? Será a mesma que pôs aprisionado quem se locupletou financeiramente com o tal Mensalão, que pôs dinheiro em cuecas, meias ou sustentou-se e sustenta-se com a “ajuda” dos Carlinhos Cachoeiras da vida? Talvez, seja a mesma lei que paga mais de cem mil reais mensais aos chamados políticos e nega um misero aumento a professores e médicos, sob a alegação que seria inconcebível orçamentariamente. Salve a hipocrisia,os preconceitos e o racismo!. Saudações!