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Como desvendar o crime perfeito

Redação SRZD | Ciência e Saúde | 29/08/2008 20:40

O crime perfeito pode ser cada vez menos possível graças a uma nova técnica de análise de DNA da polícia. O método permite identificar a seqüência particular de um indivíduo, mesmo que ela esteja mesclada com restos de outro DNA, ou contenha apenas 0,1% de material genético.

 

A técnica é capaz de detectar os possíveis suspeitos da cena de um crime somente por uma pequena quantidade de material genético. Ela foi criada pelo Instituto de Investigação de Genômica Translacional (TGen) e pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos. 

 

Atualmente, é difícil para investigadores forenses detectar o DNA de alguém se a amostra representa menos de 10% do código genético. Por isso, a nova técnica, baseada em microarrays (chips genéticos) de polimorfismos de nucleotídeos simples de alta densidade, "supõe um revolucionário campo para a medicina forense", assegura o Dr. Nils Homer, um dos líderes do projeto.

 

Para o Dr. Homer, "as implicações clínicas desse método são numerosas, incluindo a capacidade de identificar corpos em casos remotos de desabamento, acidentes aéreos, ou, até mesmo, para saber que pessoas estiveram em determinado cenário de um crime".




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