'Temos que devolver a Sapucaí ao povo', diz Marcelo Freixo
Patrícia Raposo | Carnaval | 29/06/2012 19h36
Disposto a resgatar tradições e a valorização do Carnaval carioca o deputado estadual, e também candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, do PSOL, conversou com o SRZD-Carnaval sobre o manifesto "Nossa Avenida vai além do carnaval", lançado por ele, nesta sexta-feira, 29 de junho, na Câmara Municipal.
O movimento, que também é uma parceria entre o parlamentar e um coletivo de artistas, consiste em diversas propostas que modificarão todo o processo que engrena o "Maior Espetáculo da Terra", atualmente, além de propor um maior cuidado com as agremiações dos Grupos de Acesso e os blocos de rua.
"O processo que gerou esse manifesto com algumas propostas em defesa do carnaval nasceu de mais de um encontro com pessoas que amam a cultura, a cidade e as escolas de sambas. Nada tenho a temer se não estou sozinho, se não crio propostas só de minha cabeça", afirmou Freixo.
"O Grupo de Acesso, e falo de todos os grupos, desde o A que desfila sábado na própria Sapucaí, até os grupos que desfilam com quase nenhuma estrutura na Avenida Intendente Magalhães, na Zona Norte, devem e terão que fazer parte de toda essa reestruturação. Bloco é bloco e deve ser tratado e repeitado como bloco. Escola de samba é escola de samba e deve ser tratada como escola de samba. Temos que salvar escolas de virarem blocos e vice-e-versa, porque as duas manifestações são importantíssimas para o carnaval", ressaltou.
"Temos que devolver a Sapucaí ao povo, voltar a fazer os componentes das escolas sentirem o calor do público. Isso sem impedir que turistas também possam admirar nossas escolas. Por isso que é importante retomarmos de verdade o projeto original do Sambódromo. Vamos transformar as frisas de um lado da avenida em um grande setor popular. Todos cantando e sambando no pé", completou.

O deputado destacou também a importância do incentivo à volta de enredos culturais e o perigo que pode ser essa busca desenfreada por temas patrocinados.
"Nenhuma preocupação apresentada nesse documento é só minha. Essas preocupações são coletivas, de quem vive o carnaval há muito tempo e todos os dias. Mas não precisa ser especialista no assunto para ter noção dos rumos que a festa tomou. É só olhar os temas propostos para o carnaval 2013. Onde está a relevância cultural da maioria dos enredos para o próximo carnaval?", lembrou.
"A busca por patrocínios tem que ter limites, critérios que preservem a história e a importância das escolas de samba, em sua essência, para o Rio de Janeiro, para o Brasil e até para o mundo. As escolas além de seus patrocínios, recebem verbas públicas, e a Prefeitura tem que voltar a ter um papel gerenciador da festa. Os enredos são partes centrais nessa história toda. Temos que libertar as escolas da necessidade da caça a um patrocínio. Não adianta termos o maior espetáculo da terra e culturalmente não falarmos nada e nem deixarmos nada para as futuras gerações de sambistas", avaliou.
Atento a todos os mecanismos que norteiam o Carnaval, Marcelo Freixo comentou ainda sobre os papéis que as entidades que se responsabilizam pelas agremiações, como a Liesa, por exemplo, poderão adquirir.
"Quem deve definir os destinos das entidades representativas são as escolas. As mesmas podem querer que a Liesa e outras associações as representem perante a Prefeitura. Mas se quisermos mesmo uma correção de rota cultural da festa, o controle do evento carnaval e seus desfiles terão que mudar de mãos. A subsecretaria entra aí. Não faz sentido termos o poder público sem ter o controle da maior festa cultural da cidade", detalhou.
Para finalizar, ele questionou a falta de democratização dos meios de comunicação na transmissão dos desfiles.
"Quanto mais canais de divulgação, mais gente curtindo e conhecendo a festa. Não podemos ter uma exclusividade, por exemplo, que impeça quem cobre carnaval o ano inteiro de ter acesso ao ápice do evento, que são os desfiles. Temos que criar mecanismos de democratizar a transmissão televisiva, e melhorar a posição das coberturas das rádios", concluiu.
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enock de oliveira torres
Membro SRZD desde 28/01/2012
02/07/2012 12:27:57
Senhores e Senhoras,fiquei preocupado com o nível que chegaram os comentários,mesmo tendo conhecimento fui procurar sobre a palavra "analfabeto politico." Encontrei na internet na www.espacoacademico.com.br,o sentido da palavra para ver se combinava com o que eu achava e graças ao meu pai Xangô bateu.então vi entre os comentaristas, nenhum analfabeto politico e sim,discordante de opiniões. O fato de não ser filiado a nenhum partido não me faz um analfabeto politico.Voto no homem e não no partido.prá alguns FHC foi um grande Presidente,prá mim que sou servidor público ele foi o diabo em forma de gente,pois tivemos que aguentar 08 anos sem aumento,para nós nunca mais,traumatizou.O LULA prá alguns não prestou,prá mim foi o melhor nos meus 52 anos.Só questão de opinião.Minha revolta eu jogo nas urnas.Acho que ninguem é do tipo do não quero nem saber.uns se revoltam anulando o voto,que é um modo de gritar,outros de votar em outro candidato para não votar na situação.cada um tem seu jeito de se expressar politicamente sem precisar ser um militante de partido.Saudações Mangueirense!!!!
Leandro Assis
Membro SRZD desde 23/11/2011
02/07/2012 12:23:40
Concordo com a maioria das colocações do candidato, mas daí a cortar subvenção de escolas que busquem patrocínios, caso não haja relevância cultural, é meio ditadura não? Um abraço a todos
Almir da Silva Lima
Membro SRZD desde 11/10/2011
02/07/2012 11:57:38
"Vai passar nesta avenida um samba po...pu...lar/Cada paralelepípedo da velha cidade esta noite vai se arrepiar/Ao lembrar que por aqui passaram sambas imortais/Que aqui sangraram nossos pés/Que aqui sambaram nossos ancestrais/Num tempo, página infeliz de nossa História/Desbotado na memória das nossas novas gerações/Dormia a Nossa Pátria Mãe tão distraída/Sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações/Seus filhos erravam cegos pelo Continente/Levando pedras feito penitentes/Erguendo estranhas catedrais/Um dia, afinal, tinham direito a uma alegria fugaz/Que se chamava Carnaval, ô carnaval, ô carnaval... REFRÃO: Ai que vida boa ôlelêlê... Ai que vida boa olálála... O estandarte do sanatório geral vai passar (REPETE) Vai passar, palmas para Ala dos Barões famintos/Pro Bloco dos Napoleões retintos e os Pigmeus do Boulevard/Meu Deus, vem olhar/Vem ver de perto uma cidade cantar/A evolução da Liberdade/Até o dia clarear... REFRÃO: Ai que vida boa, olelêlê... Ai que vida boa olálála´... O estandarte do sanatório geral vai passar... REPETE". Saudações carnavalescas, Almir portelense de Macaé.
Almir da Silva Lima
Membro SRZD desde 11/10/2011
02/07/2012 11:33:28
Prezad@s amantes, "fanáticos" e ou "analfabetos políticos" do maior espetáculo da Terra, respectivamente Duquesa Dholores Arruda, Carlito BF e Ted, a preliminar é que sou obrigado (rsrsrs) a repetir: Voto em Macaé - não no Rio - e não voto em candidatos burgueses, pequeno-burgueses, aburguesados, populistas e ou fisiológicos. Mesmo não me sentindo obrigado (rsrsrs) a isso, declaro os meus votos. Nulo para prefeito e na legenda 13 para vereador. Estimada Duquesa Dholores Arruda, considero como princípio correto ter-se posicionamento político-ideológico anti-imperialista (contra a exploração, a opressão e o domínio imperial da burguesia e do estabelishment estadunidenses) e não contra o povo, sobretudo, o povo trabalhador estadunidense. Povos são povos. A História (que na essência é a história da luta de classes), Cultura e Arte de todo e qualquer povo deve ser democraticamente respeitadas. Para não me alongar. Por ora, neste bom e salutar combate de idéias, a seguir, por questão de democrático respeito ao espaço deste prestigioso site, estou convencido do seguinte: Basta recorrer ao essencial da letra da obra-prima musical intitulada "Vai Passar" de 1984 (não por mera coincidência, ano de inauguração do sambódromo - a carcomida LIESA surgiu em 1985) de parceria dos compositores-poetas Francis Hime e Chico Buarque. Então, no comentário logo em seguida, o essencial da letra:
Duquesa Dholores Arruda
Membro SRZD desde 18/10/2010
02/07/2012 09:57:27
"Temos que libertar as escolas da necessidade da caça a um patrocínio. " Como você inteligentemente falou, nobre amiguinho de Macaé, as escolas tem sim liberdade para buscar o enredo patrocinados que quiseresm. O Estado de maneira nenhuma irá interferir nessa escola. E a proposta interessantíssima do candidato não fala em momento algum nessa intervenção, apenas tentar preservar as agremiações realmente comprometidas com a arte popular e não com pinicagem industrial. É uma questão de interpretação. Esse é pobrema de muitos por aqui, o tal analfabetismo funcional, já que eles ler o que foi escrito, mais não sebe interpretar o texto em sua essência. Então, escarram suas visões pequeno-burgues desse mundo azulado psudamente democrático onde todos são “felizes” por ter liberdade pra consumir, consumir, consumir e extravassar seus prazeres, desde que não firam princípios sagrados desse Estado tirano devidamente maquiado pelo manto fantasioso da liberdade. Alguma coisa tem que ser feita em defesa das verdadeiras escolas e os princípios fundamentais que as define. Por isso, desde já dou meu apoio incondicional ao candidato principalmente aos seus projetos na área cultural.
Duquesa Dholores Arruda
Membro SRZD desde 18/10/2010
02/07/2012 09:57:07
As transformações sociais não ocorrerão por outra via senão a política. Existem políticos sérios e desonestos. É preciso saber peneirar pra não juntar todos eles num balaio só, como querem fazê com nossas escolas. Todas marchando pro mermo lugar e rezando pela cartilha da pinicagem como último recurso pra fazê delas grandes ou mega empresas estruturadas. O poder público que colhe os frutos pela festa com os milhares de turistas que invadem a cidade todo ano tem que acolher melhor nossas escolas. Precisa garantir a elas uma estrutura financeira para que, de forma consciente e livre, escolham seus temas e dêem liberdade aos profissionais carnavalescos para criarem. A grande crise denuncia por brogueiros, jornalistas, especialistas e verdadeiros sambistas residem nesse fato: as escolas e seus profissionais não gozam mais de liberdade para executarem trabalhos criativos, livres, pois todos, ou quase todos, estão entessados pelo pinico triturador de identidade. Sobressai a marca, o produto, em detrimento da arte, da liberdade e da cultura. Saldações ao nobre amigo Almir de Macaé.
enock de oliveira torres
Membro SRZD desde 28/01/2012
02/07/2012 09:16:43
Juro,agora que eu li as propostas desse cara,estou morrendo de rir.O que comentei anteriormente foi sem saber dessa graça que ele quer fazer.os recursos que as escolas suam o ano todo prá conseguir ficar na mão dos sanguessugas.O cara quer se meter aonde não tem conhecimento.Se recebem verbas públicas é porque foram eles que fizeram ela receber esse dinheiro e é bem menos que a prefeitura ou o estado conseguiu faturar na aba das escolas. Que as escolas anunciem para o mundo que não vão desfilar por estarem de greve,quanta gente não vai sair perdendo. estou com senhor Carlito BF,ele descreveu com clareza,aumenta o preço dos camarotes para poder aliviar o preço dos outros setores,podendo assim acabar com o camarote do povo que é emcima do viaduto.Agora já falei quem não vive o carnaval no seu todo propõe o que é bom para o seu belo joguinho político,Saudações Mangueirense!!!!
Gabriel Lopes
Membro SRZD desde 11/06/2012
02/07/2012 08:34:29
oque esta errado foi permitir que as Escolas de samba viesse a se reformular como Empresa, todos sabemos que a Cultura tem se extraviado em prol do comercio que vem corrompendo todos os sistemas ate mesmo o religioso (o anti-Cultural) note que em Campinho onde é realizado o desfile das Escolas da Associação se percebe a presença do Povão e não é porque por lá e gratuito e sim porque as Escolas realmente vem com os seus componentes da comunidade que se doa e que realmente trabalha o Ano todo em prol de realizar um belo Carnaval sem segundas intenções financeira, no Grupo da Associação vem que realmente Gosta quem tem compro com a Cultura com a Simplicidade com a Comunidade.
enock de oliveira torres
Membro SRZD desde 28/01/2012
02/07/2012 07:06:15
Samba é prá sambista e não sambeiro.deixa prá quem entende. A liesa tem suas falhas,mas a cada ano o Rio de Janeiro fica mais cheio de turistas do Brasil e do mundo.Entrega na mão do Estado ou da Prefeitura que vocês vão ver o fiasco que vai ser. Se essas duas entidades não conseguem administrar e salvar os hospitais,educação e segurança, o que não vai fazer com o Maior Espetáculo da Terra.prá se ter uma idéia na Vila Olímpica da Gamboa que fica ao lado da Cidade do Samba,foi um ponto de distribuição de senha da prefeitura para os ambulantes trabalharem no carnaval.Vocês tinham que ver a falta de respeito com um ser humano,pessoas que dormiram na fila,muitas delas por 03 dias,sendo humilhadas pelos representantes do orgão citado.de madrugada,tinha um segurança de uma firma chamada de BSS(fica na Tijuca) que ligava o som do seu carro tão alto que as pessoas não podiam dormir.as 08:00hs,os ambulantes fizeram uma comissão para reclamar com o representante da prefeitura e o próprio disse que não tinha nada a ver com isso,o que mais revolta a senha,(acreditem) era um pedaço de papel com as rúbricas do supervisor da empresa BSS e do funcionário da prefeitura,sendo que em papeis separados.No dia de pegar a autorização para poder trabalhar,a mesma era distribuida por pessoas diferentes e só eram aceitas as pessoas que tinham a rúbrica do funcionário da prefeitura.quer dizer,muitas pessoas perderam várias horas de suas vidas e não conseguiram trabalhar,saindo de lá aos prantos,isso a nossa querida imprensa não mostra,foi chamada ,mas não se interessou.É na mão dessas m/e/r/d/a/s que querem deixar o carnaval do Rio de Janeiro?Saudações Mangueirense!!!!!
enock de oliveira torres
Membro SRZD desde 28/01/2012
02/07/2012 06:24:53
Agora que o bolo está pronto todo mundo quer uma fatia boa,na hora de preparar a massa,não apareceu ninguem.tava todo mundo escondinho,agora todos querem um pedacinho.hoje querem afastar os bicheiros,até concordo,mas vamos parar com a hipocrisia,se eles não metessem a mão eu não sei se o carnaval carioca seria essa grandiosidade que é hoje.tem que se mudar alguma coisa,sim,mas as mais tradicionais tem seus representantes dentro da liesa,estão ali para lutarem por suas escolas e pelo carnaval.Quem traz dinheiro pro Rio de janeiro no carnaval,são as escolas de samba e não a Riotur ou outra secretaria qualquer.Deixa na mão do estado prá ver a mer/da que vai ficar cabides de empregos vão ser criados,verbas que seriam pro carnaval das escolas extraviadas levadas em alguma cueca.Deixa com quem está,se alguma escola se sentisse prejudicada já teria gritado,ali é briga de cachorro grande amigo,piquinês não tem vez.Saudações mangueirense!!!!
Ted
Membro SRZD desde 12/04/2012
01/07/2012 23:14:25
Almir, você me conhece pra saber minha dignidade? você me conhece para dizer que sou "semi-alfabetizado"?... você nunca me viu e sabe muito da minha vida e do meu caráter né? Sem comentários! .. Só posso dizer uma coisa: se o senhor perdeu seu emprego na liesa, não fique triste, uma dia o senhor consegue outro. ...rsrsrs
Diguinho Londres
Membro SRZD desde 05/04/2012
01/07/2012 22:15:42
parece utopia ou um misto de promessa de campanha vamos votar pra ver ne!
Almir da Silva Lima
Membro SRZD desde 11/10/2011
01/07/2012 21:11:36
(Complementando) desde já o meu E-mail é (almirptmacae@yahoo.com.br). Saudações carnavalescas, Almir portelense de Macaé.
Almir da Silva Lima
Membro SRZD desde 11/10/2011
01/07/2012 21:08:31
Prezado "apaixonado" ou "fanático" (rsrsrs) pela afilhada (coirmã) da Majestade do Samba a Deusa da Passarela, Carlito BF, a preliminar é que ainda não concluí o texto jornalístico que estou redigindo sobre as propostas do candidato em questão para o carnaval carioca. Porém, isso não impede de lhe dar a devida atenção. Em 1º lugar, monopólio privado é a hipocrisia capitalista dos infiltrados no mundo do samba que são os empresários zootécnicos e demais pessoas acusadas judicialmente (quer dizer com provas e o consequente processo) de práticas criminais, usaram contra o sadio (na época não) monopólio estatal do carnaval. Em outras palavras, é notório que a comercialização da Folia compartilhada pela carcomida LIESA é praticada de forma mercantil e através de monopólio privado. Nele incluso desde venda de ingressos através de agência e empresas de cerveja, refrigerante, água mineral, sanduiches, etc. Quer dizer, os citados infiltrados no mundo do samba no período de 1985 - ano da privatização - foram contra o monopólio apenas estatal, o monopólio privado, não. Em 2º lugar, sou contrário a um controle do estado sobre enredo-tema das agremiações, que, aliás, são instituições privadas. Porém, concordo com o candidato a prefeito do PSOL na questão de não haver subvenção do estado quando a agremiação democraticamente optar em ter enredo patrocinado por empresa privada. Em 2º lugar, suas (democráticas) "provocações" (rsrsrs) sobre países supostamente estatizados e ou socialistas, não cabe aqui. Em 3º lugar, para não me alongar, buscando ser o mais objetivo possível e sem estar fazendo "profissão de fe": Enquanto um amante do maior espetáculo da Terra que é marxista, eu propugno um sociedade sem classes sociais e sem tôda e qualquer forma de opressão, que seja baseada na trilogia Igualdade, Fraternidade e Liberdade. Quando eu concluir o texto avisarei e terei prazer em lhe enviar, se voce o fizer. Desde já me
enock de oliveira torres
Membro SRZD desde 28/01/2012
01/07/2012 20:38:24
Poxâ,até que em fim,apareceu uma pessoa coerente.É nessa tecla que eu venho batendo o tempo todo. A agremiação não tem que ser citada.que se dê nome aos bois sem agredir as escolas e se o carnaval é essa grande festa,agradeça a eles.Saudações Mangueirenses!!!








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