
Diretor do SRZD, apresentador do "Brasil TV", da "Rede Globo", e âncora de telejornais da "GloboNews". Também é professor da PUC-Rio. Sidney foi um dos fundadores da "CBN".
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As autoridades europeias, com apoio americano, conseguiram empurrar o fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, para um perigoso corner. A extradição seguida de prisão configurará a barreira definitiva no sentido de se impedir a divulgação de documentos até bem pouco tempo secretos. Por isso, Assange tenta, desesperadamente, se abrigar no Equador.
Assange agrediu interesses poderosos e está pagando um preço pessoal alto por isso. Mas o importante, além do conteúdo disponibilizado, é a discussão sobre os direitos do cidadão ao acesso à informação.
No mundo global, digital, em rede, como o atual, não existe mais espaço para ações ao feitio da guerra fria. Portanto, a luta de Julian Assange é a luta do cidadão moderno. Há uma possibilidade de daqui para frente tudo ser mais transparente. Ou será que ocorrerá o oposto?
Temos ou não temos direito de conhecermos o conteúdo e procedimento do serviço secreto e da diplomacia?
Vamos ser francos e não hipócritas. Ninguém vai salar esse cara. Ele vai ser preso e os norte-americanos vão vencer mais uma.
Rezende, qual o profissional jornalista que interna ou externamente nunca foi pressionado em alguma forma? Julian Assange está pagando pela vaidade natural dos ciberativistas. Faltou-lhe sapiência em lidar com as forças do poder e agora querem sua cabeça. O dever do jornalista é informar, mas nem sempre a verdade é soberana. Saudações!
Depois da invenção do FAX , da Telefonia Digital Celular , da INTERNET , nada deterá o individuo ter acesso a informação em qualquer parte do mundo. Assange já deve ter distribuido backups destas informações sigilosas para uma rede que as dinfundirá , queiram ou não as ditas autoridades de paises envolvidos. A informação hoje corre à velocidade da luz , um jato à 900km\h , por aí vê-se , não dá para comparar a difusão dos dados com os modernos recursos tecnológicos.