Carnaval 2013: leia a sinopse da Inocentes de Belford Roxo
Redação SRZD | Carnaval | 17/06/2012 14h56

A Inocentes de Belford Roxo, campeã do grupo de Acesso A no último Carnaval, divulgou oficialmente a sinopse do enredo "As sete confluências do Rio Han", de autoria do carnavalesco Wagner Gonçalves.
Leia abaixo a sinopse:
"As sete confluências do Rio Han"
"A água me contou muitos segredos
guardou meus segredos
refez meus desenhos
trouxe e levou meus medos"
Caetano Velloso
O G.R.E.S. Inocentes de Belford Roxo tem a honra de abrir o maior espetáculo da terra, apresentando o enredo "As sete confluências do Rio Han". Conta com a proteção de Yondung Halmoni, a Deusa do Vento, e o desejo de águas calmas para fazer fluir sua história, acompanhada do bater dos tambores Buk e Janggu, que vêm dar acento a nosso samba. A escola traz as tradicionais moradas coreanas, as hanoks, e o maravilhoso palácio Gyeongbokgung adornados com flores tropicais e matizados pela cultura brasileira, representando a acolhida aos coreanos que há 50 anos vem imigrando para o Brasil. Vai contar 5.000 anos de história em uma saga poética e ilustrando algumas décadas da jovem nação que surpreendeu o mundo com seu avanço, crescendo com a força de um tigre. Vai entrelaçar passado - marcado por batalhas, resistência e luta, presente - com a afirmação de uma nova identidade - e o futuro que se afigura brilhante, no ritmo das águas e ao sabor das marés. Vai buscar no fundo das águas a força das mulheres mergulhadoras, as haenyos e vai contar o recomeço desta antiga nação, bela e resistente como sua Rosa de Sharon, a Mungunghwa, flor símbolo da Coréia do Sul.
O homem é resultado das gerações que o precedem, de um longo processo acumulativo que desenha seus traços e molda sua cultura. Mas é um ser mutante, cuja vontade leva ao crescimento e às mudanças, ele domina seu destino, reverte caminhos, traça novos rumos para si. Assim é a Coréia, uma nação que decidiu mudar, escolheu um futuro para si e transformou-se radicalmente em um curto intervalo de tempo.
No Brasil a crescente colônia coreana trouxe a riqueza de suas tradições e moldou-se ao país da antropofagia. A bordo do gigante navio holandês Tjitjalenka, os primeiros coreanos trouxeram seus sonhos de prosperidade. Navegar é neste sentido uma construção de ilusões. No Bom Retiro brasileiro a saudade e a esperança se encontram, a caminho da Liberdade. Nestes pontos a colônia se concentra para manter vivas as tradições dos homens que tem Hananim no coração
O enredo da Inocentes flui como a água, usando a tradição e a contemporaneidade para mostrar a riqueza dual da nação. De forma lúdica vamos desdobrar cultura, religião, indústria e progresso como aspectos confluentes de um mesmo povo. Rituais, danças, alegorias, cores e sons peculiares vão contribuir para a personificação da Coréia na Marquês de Sapucaí.
Vão rufar os yengos invocando os espíritos e abrindo a dança para os céus - o calendário lunar avisa que é dia de festa para celebrar a boa colheita. A colheita que para nós é um belo desfile.
As tradições milenares e a nova tecnologia se unem com a benção de Maytreia e a combinação dos traços dos povos que compõem um mosaico de cores e tons que simbolizam mais do que a unificação de bandeiras, reinos, dinastias, tradições. A soma é maior que as partes. O movimento das águas mistura e purifica. Suas correntes não aprisionam, libertam para a utopia que veleja entre o real e o imaginário, confluindo neste Rio de Janeiro, a cidade do Maravilhoso, que tem também a sua mistura, de ginga, paixão e fé, que orienta o Brasil.
Carnavalesco - Wagner Goncalves
Pesquisa e texto - Roberta Alencastro Guimaraes e Wagner Goncalves
Leia também:
- Inocentes assina compromisso com Associação Brasileira de Coreanos
Andreia
Membro SRZD desde 25/11/2011
16/07/2012 21:06:44
Eu só espero que com esse enredo a Inocente consiga deslanchar,precisamos de mais uma escola da baixada na elite do carnaval ou seja no meio dos gigantes(os golias).Apesar desse enredo aprentemente esquesito que o carnavalesco consiga se dar bem que Deus o ajude.E salve o carnaval do povo.!!!!rsrsrsrsrsrsrsrs!!!
Pedro Emídio Almeida
Membro SRZD desde 16/07/2012
16/07/2012 12:21:34
isso é enredo de escola de SP? to confuso
Sidnei Jr
Membro SRZD desde 11/01/2012
19/06/2012 11:50:31
Essa sinopse é pra quebrar qualquer compositor... fica difícil entender o que o carnavalesco quer no samba. Queria participar da disputa mas com essa sinopse fica difícil... pois não consigo entender as sete confluências. Alguém sabe me informar se haverá reunião com o carnavalesco... Abs
André Policarpo
Membro SRZD desde 21/01/2012
18/06/2012 15:32:03
Realmente a sinopse me parece pobre de informações diretas e de objetividades. O texto não deixa claro, por exemplo, quais são as "sete confluências", o que seriam os sete pontos focais e, por seguinte, os sete setores da escola. O texto é solto, não tem uma linha de integração ente as partes e se mostra um verdadeiro texto de palavras lançadas. Contudo, gostei da forma sutil e poética do texto, bem singela e mais informativa. Enfim, uma sinopse normal. Não é fantástica mais, está longe de ser ruim. Boa sorte a Inocentes.
Almir da Silva Lima
Membro SRZD desde 11/10/2011
18/06/2012 14:40:50
Depois, algum(a) detrator(a) diz que esta leitora não é gabritada para passar a integrar a equipe de blogueiros deste prestigioso site. Por conseguinte, sob o risco de tornar-me repetitivo e chato, reafirmo mais uma vez o que disse anteriormente: Considero o elenco de blogueiros deste site gabaritadíssimo. Ocorre, além desproporcional em relação a participação feminina - o que acaba ficando discriminatório - há o agravante das poquíssimas blogueiras não postarem nada desde as premiações carnavalescas. Para não me alongar, esclareço, sou contrário a política de cotas, qualquer que seja. O que eu propugno é baseado na política universalista, isto é, a de direitos iguais para todos e todas. Ou seja, a leitora em questão já comprovou que merece passar integrar ao elenco de blogueiros deste prestigioso site. Saudações carnavalescas, Almir portelense de Macaé.
Duquesa Dholores Arruda
Membro SRZD desde 18/10/2010
18/06/2012 13:12:11
Ano passado eu não falei sobre o enredo da Jacarepaguá por uma questão de ética, pois Viradouro havia perdido o acesso pra ela por meio ponto, apenas. Aquela escola veio com os cavalos do abre-alas da Imperatriz 2010 e a cabeça de índio usada pelo Salgueiro em seu segundo carro do enredo Histórias sem fim. Mermo assim foi campeã. Como dizia dona Milú... mistéééério! Afirmo que não gostei do resultado, mas pra não dizerem que eu tava defendendo meu pavilhão e soltando os caxorro em cima da escola referida por pura birra, preferi ficar sem comentar sobre seu carnaval. Mais esse ano a Vira não mereceu mermo disputar o título (algo que eu já havia previsto aqui) por isso fico a vontade pra falar sobre a Belforroxo. Não falei da Jacarepaguá ano passado, mais peguei carona em uma observação feita pelo comentarista Fabiano de Vila Forte. Esse nobre portelense afirmou que a escola foi ousada ao escolher Romero Britto como enredo. Perfeito! Quando uma escola vem do acesso, geralmente ela é vista como uma escola de menor porte, com um poder competitivo bem mediano ou pequeno (financeiramente sim, mais em critérios de potencialidade criativo, não). Não concordo com o termo “escola pequena”, porque todas pertencem ao mermo gênero. São escolas de samba com os princípios fundamentais iguais. Agora, cada agremiação deve mostrar algo diferente, alguma marca que faça ser ela reconhecida pelo púbrico. Mocidade ficou famosa pelas paradinhas. Salgueiro pelos enredos afros ou folclóricos. São Cri Cri tem na sátira social uma fórmula reconhecida. Mangueira é conhecida ao longe pelo som do seu surdo um, pelo rosa incomum estampado no seu pavilhão. E por aí vai...
Duquesa Dholores Arruda
Membro SRZD desde 18/10/2010
18/06/2012 13:11:19
A Renasce de Jacarepaguá foi ousada por conta disso. Quando uma escola sobe ao grupo especial, geralmente quer mostrar suntuosidade como arma. Essa é uma fórmula tão batida quanto os bolos mofados da vovó, do tempo que as véia ainda lavavam a xavasca com água de erva cidreira pra tirar o cheiro de bacaiau (era o Dermacyd da época). E pra mostrar essa exuberância volumétrica de material (pra eu é um monte de trambolho compondo lixo visual), pinicar é preciso. Até entendo quando o pinico produz ou oferece um produto de qualidade pra transformar em carnaval. Seje ele enredo CEP ou produto de prateleira de supermercado, a qualidade faz a diferença. Exemplo disso é o enredo Rio no Cinema (Salgueiro 2011). Outro tipo de enredo cobiçado são os chamados enredos DDI (pinico internacional). Esse tipo de enredo é perigosíssimo pra qualquer escola. Minha Viradouro virou pro acesso ao defender um desses, embora não tenha conseguido nenhuma verdinha mexicana (mais a intenção era pinicar). Além do perigo de serem desprezados pelo púbrico e pelos juradinhos, eles nem sempre tem elementos convincentes de ligação com nossa cultura. E pra arrombar tudo, esse tipo de enredo não permite ao grêmio mostrar sua verdadeira cara, sua real identidade. Ela se transforma num folder turístico chato pra Kraí. Jacarepaguá venceu essa tentação e veio muito interessante esse ano. Um trabalho muito bem desenvolvido sem se preocupar em defender marcas ou produtos raparigueiros. Foi mal avaliada. Espero grandes surpresas dessa escola no futuro pela ousadia mostrada esse ano. Infelizmente não posso falar o mermo da Belforroxo. O enredo sobre Coréia soa meio esquesito aos nossos ouvidinhos e agora, diante da sinopse, o caldo foi entornado diante dos nossos oinhos.
Duquesa Dholores Arruda
Membro SRZD desde 18/10/2010
18/06/2012 13:10:05
Texto conciso. Muito parecido com sinopses de temáticas abstratas. Mais não se trata de um enredo abstrato (tipo Salgueiro) é um carnaval falando de um povo distante e necessita ser mais bem detalhado pra nós entender como funciona aquela cultura, seus hábitos, símbolos, sua história. Da maneira como foi escrevida, ficou muito superficial. Partiu de um elemento (o rio) que não perpassa todo o texto, por isso não faz um elo de ligação como deveria ser. O fato deles terem desaguado no Brasil por meio marítimo não confere cuerencia com a proposta inicial. Gosto de textos concisos, mas nesse caso ficou bastante genérico o conjunto de informações que não permitem um aprofundamento na história coreana. Não se trata de confusão no pensamento lógico, mais de um típico texto que liga o nada ao coisa nenhuma. Sinopse é cartão de visita. Através dela já podemos imaginar como virá cada escola. Se bem desenvolvido e atrativo, um enredo pode favorecer a permanência no especial, no mínimo permite ao carnavalesco batalhar por seu lugar ao sol. Isso aconteceu com Alex de Souza quando defendeu “FELICIDADE NÃO TEM PREÇO”, enredo interessante e muito bem concebido esteticamente.
Duquesa Dholores Arruda
Membro SRZD desde 18/10/2010
18/06/2012 13:09:29
Rocinha veio luxuosa e criativa naquele carnaval, embora o desfile tenha sido um desastre com carros quebrado em plena Sapucaí. Ao final, Alex foi entrevistado e calmamente se dizia feliz pelo dever cumprido. Desde aquele carnaval esse rapazinho pertence ao rol dos melhores carnavalescos cariocas. O enredo não funcionou na avenida, mais sua idealização lhe permitiu ser reconhecido como gabaritado profissional. Não acredito que esse fenômeno vá acontecer com o Wagner, pois Coréia é o típico enredo que não empolga, não gera expectativa e da maneira como deve ser concebido (segundo sua sinopse, porque se não houver uma adequação do que foi descrito ao que se vê na avenida, a caneta pesará na avaliação) a escola deve naufragar nas águas piniqueiras do rio Han... tão caudaloso que os pinicos com as verdinhas abarrotadas até a boca foram desaguar em Sampa, na Vila Maria, com esse mermo tema também. O Pinico tem poder, né? Manda quem pode, obedece quem segura o pinico!
enock de oliveira torres
Membro SRZD desde 28/01/2012
17/06/2012 19:55:43
Eu acho que a Inocentes vai dar um tiro no pé com esse enredo.ela abrirá um desfile,pegará uma arquibancada fria,alguns jurados,que pelo amor de Deus,não tem a minima competência de estarem ali, porque preferem dar notas baixas para as escolas consideradas menores para ficarem bem com as outras,a inexperiência de desfilar pela primeira vez,pois tem uma diferença enorme do grupo de acesso,enfim, vai ter que tirar leite de pedra.Esse enredo vai ter que ser muito bem elaborado,um samba que levante a Sapucaí,alegorias e fantasias de facil leitura e não vejo esse enredo com a cara da Inocentes.esse enredo me lembra joãosinho trinta,rosa magalhães.milton cunha, é a minha opinão,mas desejo felicidades a Inocentes de Belford Roxo..Saudações Mangueirenses!!!
Marcio Henrique
Membro SRZD desde 08/06/2009
17/06/2012 19:20:33
Não achei ruim a sinopse, embora muito curta. Acho que passará aos jurados a idéia do que a escola vai tentar levar ao desfile. É um enredo difícil e aborda uma cultura rica, mas fechada. O medo maior de retornar ao acesso tem nome: Eduardo Paes - grande babaca chupa ovo do Cabral que abandonou escolas e hospitais para angariar votos através das obras em escolas de samba...
Leonardo B prado
Membro SRZD desde 02/03/2012
17/06/2012 19:05:49
Bom detalhado ele não é,mas já temos noção de como a inocentes vira para 2013 e concordo com o amigo da mangueira, a inocentes estava beeem melhor plasticamente do que a império serrano, desejo sorte, pos vai ser difícil permanecer no especial, e rezar para a sinopse da minha escola seja ótima, acredito no talento do Cahê e do Mário monteiro
Paulo Freitas
Membro SRZD desde 07/07/2011
17/06/2012 17:58:47
À todos, a mensagem do carnavalesco que preferiu por hora, não dar maiores detalhes de como irá desenvolver o enredo, mas afirma que o título revela ‘’um viés inusitado’’ que poderá ser conferido no domingo de carnaval em 2013. Já sobre a montagem da sinopse, Wagner revela que NÃO QUIS FAZER ALGO MUITO POÉTICO ! " - Me pus no lugar deles. O tema está bem claro na minha cabeça. Montei um texto bem resumido, que é um texto que ainda vai ser discutido com os historiadores antes de ir para os jurados. Não quis fazer um texto que construísse uma poesia para não direcioná-los, vou deixa-los à vontade, de penderá do talento de cada um. Ano passado fiz um tema até mais poético, mas os compositores conseguiram captar a ideologia e trazer coisas novas. É o que eu espero este ano. Não sou compositor e nem entendo de música, então o talento deles precisa aparecer. " Com passagem pelo Grupo Especial – Mangueira, em 2011 – o artista sabe que as diferenças entre o Grupo Especial e o Acesso são imensas, ainda mais para uma escola que debutará na elite do samba carioca. Apesar disso, ele enxerga comprometimento da diretoria da Inocentes em mudar o rumo da histórias das agremiações que têm subido do Grupo nos últimos anos.
VerdeRosaFT
Membro SRZD desde 08/04/2012
17/06/2012 17:19:36
Não gostei muito... Poderia ter uma linguagem mais poética. O enredo não é ruim, mas também não é muito bom. Pode dar samba, como também pode dar rebaixamento. Só acho injustiça tantas pessoas falarem que foi roubado, que o Império Serrano que deveria subir, entre outros.... O enredo da Serrinha era deslumbrante, inocentes não chegavam aos pés. Por isso assisti os desfiles no youtube e achei a escola plasticamente muuuuuuuuuuito melhor que a Império e a Viradouro (as mais cobiçadas ao título, junto com a Inocentes). A Império Serrano estava super pobre, a contrário de seu enredo. Somente a última alegoria salvava um pouco do desfile. Já a Inocentes, com um enredo não muito bom, mas com um bom patrocínio. Fez um show em alegorias/ fantasias/ comissão de frente... perto das outras escolas. Desculpem-me mas achei algumas alegorias, melhores do que de algumas outras do especial. Bom, espero que o carnavalesco ouse muito, e faça um trabalho artístico muito bom. Mas nos perguntamos, quais das 12 escolas, tem mais chances de cair, sem ser a Inocentes? A São Clemente e a União da Ilha, seriam as menos 'conhecidas', 'tradicionais', juntos com a Inocentes. Mas as duas, vem trazendo um trabalho maravilhoso para sapucaí nos últimos anos (principalmente a Ilha, que chegou para ficar, com esse maravilhoso carnavalesco, que em minha opinião é um dos melhores). Quem cairia para a Inocentes ficar? Trabalho difícil da escola em... Mas parabéns e boa sorte ao carnavalesco e toda equipe com esse bom e importante patrocínio!
Almir da Silva Lima
Membro SRZD desde 11/10/2011
17/06/2012 16:34:01
Alô, Gilda Cavalcante, preliminarmente, permita-me que lhe envie aquele beijo, com todo o respeito - é claro. Em 1º lugar, voce diz que o "enredo?! É muito ruim"?! Voce não estaria se referindo à sinopse? Sobre esta, eu considero-a satisfatória. Penso que as expressões com as grafias coreanas deveriam - para facilitar a melodia nas elaborações das letras dos sambas concorrentes - ter entre parênteses suas pronúncias em Português. Em 2º lugar, não tem nada a ver a Tradição ter descido e a Porto da Pedra não ter sido bem sucedida com seus enredos, respectivamente, sobre a China e o Japão. Cada caso é um caso. A História de qualquer povo deste Planeta é História, devendo ser respeitada como tal. Embora tradicionalmente a agremiação que abre os desfiles tenda ser a "Escola Iôiô", isso é reversível. A União da Ilha provou isso bem recentemente. Em 3º lugar, o quesito Enredo só pode ser analisado - por nós, sobretudo, pelos julgadores da LIESA - junto com outros nove quesitos, notada e diretamente falando três deles (Fantasia, Alegorias & Adereços e obviamente Samba-Enredo). Querida Gilda, permita-me continuar tratá-la assim, é imperativo ter paciência de amante do maior espetáculo da Terra, para saber se a Inocentes fará ou não "um breve passeio pelo Grupo Especial". Saudações carnavalescas, Almir portelense de Macaé.








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